Vinícius Borba
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A última audiência de instrução do julgamento do ex-professor de Direito Rendrik Vieira Rodrigues foi realizada ontem. O suspeito de assassinar a ex-namorada Suênia Sousa de Farias, então com 24 anos, com três tiros, lançou mão do direito de permanecer em silêncio, mas aproveitou para pedir perdão à família da vítima.
Faltam, agora, apenas as alegações finais da defesa para que o juiz Sandoval Gomes de Oliveira decida se o caso vai ou não a Júri Popular. Durante a audiência, o juiz teve de advertir a irmã da vítima, Cilene Souza de Faria, que não se manifestasse com agressividade, depois que ela chamou o acusado de assassino no plenário.
Desde as 9h, as partes estiveram reunidas na Sala de Audiências para a apresentação das alegações finais do representante do Ministério Público, promotor Maurício Miranda, e ainda do advogado assistente de acusação Amos Gouveia. Eles reafirmaram a premeditação e a intenção de matar por parte do acusado, motivado por ciúmes.
“No tocante aos motivos do crime, estes confirmam uma vez que a torpeza do réu se considerou presente ao agir de forma premeditada e por puro ciúme e manifestação de posse sobre a vítima”, disse Amos Gouveia.
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