Na inauguração do Centro de Educação da Primeira Infância (CEPI) Sarah Kubitschek, o administrador do Sol Nascente, Cláudio Ferreira, resolveu dividir a palavra com o deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos).
Só não contava que o gesto de “gentileza” custasse ao parlamentar o direito de fazer um discurso “solo”.
Elogios e negacionismo
Gilvan Máximo aproveitou a meia fala para agradecer à família Kubitschek, com o argumento de que, sem eles, não haveria Brasília.
E emendou com uma pitada de críticas à imprensa. “Queria dizer para parte da mídia que insiste em falar que o Sol Nascente é favela, que aqui não é favela. Aqui tem esgoto, água tratada e escolas”, emendou.
Só faltou avisar ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que classifica o Sol Nascente como favela.