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Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

De Darcy para as milícias

A essa altura, porém, Érika decidiu mudar de assunto e atacar a milícia com um rigor nunca usado por ela contra a criminalidade.

Eduardo Brito

26/10/2023 18h25

Nem a deputada Érika Kokay, única petista brasiliense na Câmara, resistiu ao tema das milícias, após os atos de terrorismo no Rio de Janeiro.

Ela comemorava os 101 anos do antropólogo, ex-ministro e ex-senador Darcy Ribeiro, lembrando que Brasília tem uma relação atávica com Darcy, porque foi ele que construiu a Universidade de Brasília.

“Darcy Ribeiro dizia que o conhecimento tem que ser sempre estranhado e que uma universidade tem que carregar a universalização do conhecimento, mas ao mesmo tempo tem que ter os pés no chão”.

Citou também a experiência do Governo Brizola, com Darcy Ribeiro, o CIEPs, como “absolutamente fundamental, pois ali se colocou uma educação de qualidade e se apontou o rumo da educação integral a que nós estamos voltando agora no Governo Lula”. 

A essa altura, porém, Érika decidiu mudar de assunto e atacar a milícia com um rigor nunca usado por ela contra a criminalidade.

Afirmou que as milícias surgem apoiadas por estruturas do Estado e que “essas milícias que foram tão endeusadas por Jair Bolsonaro e pelos seus sabujos estão mostrando de forma muito concreta a sua crueldade e ousadia”.

Agora, devem ser enfrentadas, “porque é preciso descriminalizar a política e é preciso despolitizar o próprio crime”.

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