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Pouco se salva em "3 Dias Para Matar"

Arquivo Geral

24/01/2015 8h30

O característica do personagem é clichê: veterano de alguma agência federal,  um agente sisudo e teimoso. Essas são as definições estereotipadas criadas pelos heróis de ação e é o que mais atrai os olhos de Luc Besson, que assina a produção e o roteiro de 3 Dias Para Matar, filme falho e equivocado. O objetivo de Besson é lançar outra franquia, assim como fez com Busca Implacável. 

 Um agente está a beira da morte. Seu último desejo é reatar com sua filha, com quem perdeu contato há muito tempo. Com medo de não encontrá-la a tempo, o ele descobre uma droga potente que pode salvá-lo, mesmo que seja obrigado a aceitar um último trabalho.

 Enumerar os erros de continuação, furos de roteiro ou qualquer tentativa de desenvolvimento conciso de personagem é perda de tempo. São tantos, que o espectador tende a ignorá-los para conseguir entretenimento no trash.

Elenco

Começando pela personagem interpretada pela canastrona Amber Heard. Hailee Steinfeld, que conquistou a crítica e uma indicação ao Oscar por Bravura Indômita, está neutra. O único ganho do longa é a mistura de ação com drama familiar, algo que convence.

Kevin Costner está sempre bem. Mesmo que tente, ele não consegue sucumbir ao fiasco. O diretor McG  está em uma fase péssima e não acerta desde As Panteras. É dele também  o fraco Ouija – O Jogo dos Espíritos.

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