Depois de um ano com mais de 70 concertos e um público estimado de 150 mil pessoas, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Claudio Cohen têm muitos motivos para comemorar. “A temporada de 2011 pode ser considerada um marco na história da orquestra. Inseridos em uma nova direção, nós conseguimos atuar melhor culturalmente para a comunidade e juntamos forças com a sociedade de forma geral”, conta Cláudio Cohen.
Nos dias 13 e 14 de dezembro, a consagrada orquestra realiza na sala Villa Lobos os concertos de encerramento da temporada 2011. São eles a Sinfonia nº 2 e Ressurreição, de Gustav Mahler. A ocasião marca o centenário da morte do compositor austríaco. Estrelam a produção a soprano Janette Dornellas e a contralto Angela Diel. O coral do Festival de Ópera de Brasília, com 100 vozes, também participa do concerto que tem entrada franca. “Esta obra é muito emblemática e será apresentada como um pilar das mudanças que estamos alcançando pouco a pouco, sempre dando prosseguimento à nossa bela jornada construída com tanto esforço e carinho”, declara o maestro.
Festival de Ópera de Brasília
E por falar no Festival de Ópera, Claudio Cohen já está se preparando para a segunda edição do evento que acontecerá nos meses de maio e junho do ano que vem. “Brasília mostrou que tem público para ópera e a prova disso foi o sucesso com o teatro lotado em todas as apresentações do Festival. Tenho certeza que 2012 será melhor ainda”, afirma Cohen. E além do Festival , o maestro comemora ainda a vinda em 2011 de convidados consagrados como Artur Moreira lima, Arnaldo Cohen, João Carlos Martins e Hamilton de Holanda, entre outros. “Os concertos privilegiaram compositores do porte de Strauss, Brahms, Mozart, Gershwin, e outros. Portanto, para 2012, só podemos esperar manter o nível e a qualidade das atrações que estamos trazendo para a cidade e para o público fabuloso que ela tem”, comemora Cláudio Cohen.