
Exposição e venda de trabalhos artísticos a preços acessíveis criam uma nova relação do público com a arte. Mais de 100 obras de 33 artistas serão comercializadas nos dias 31 de março e 1º de abril, no Espaço Cena. O projeto pretende aproximar o público das artes produzidas na cidade, oferecendo trabalhos de qualidade a preços acessíveis.
Os artistas selecionados apresentam trabalhos em diferentes técnicas, como fotografia, pintura, desenho e gravura. A curadoria do evento apresenta artistas de renome, juntamente com novas revelações, com trabalhos autênticos e garantia de autenticidade.
“Comprar arte não pode mais ser considerado um privilégio somente da classe alta da sociedade, e é este o nosso lema, aproximar a arte das pessoas. Todos podem adquirir uma obra de qualidade a um preço justo”, afirma Daniela Estrella, idealizadora e curadora do Mercado Artefoto.
A ideia é fomentar toda a cadeia produtiva das artes, desde a formação, criação, produção, divulgação e venda dos trabalhos. Segundo Anderson Lira, produtor do projeto, isso é necessário para fortalecer a classe de artistas e tornar a atividade sustentável. “Muitos talentos são perdidos devido à dificuldade de entrada dos jovens artistas no mercado da arte”, pondera Anderson. 
Aliada ao Mercado Artefoto e incentivada pelo Espaço Cena, será realizada durante o fim de semana uma intervenção urbana, com pinturas, grafites, stencil e outras técnicas dos artistas Borgê, Moll, Alejandro, Kosh e Snupi, transformando a passagem subterrânea que liga a entrequadra SCLN 205 a 206, única na cidade, numa galeria pública.
Os DJs Black e Barata embalam o evento com diferentes estilos. No dia 31, Black toca músicas de origem africana, como o funk, break, disco e kuduro. No dia 1º, a partir das 16h, é a vez do DJ Barata, do projeto Criolina, trazer o globalbeats. Jazz, samba, rock, bossa, soul e black music, ritmos e sons de todo o mundo se encontram nas picapes dos DJs.