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Ricardo Gomes fala em nova forma de atuar e avisa: ”Ganso não volta”

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O técnico Ricardo Gomes não gostou nem um pouco da atuação de seus comandados no empate por 1 a 1 com o Internacional, no último domingo, que terminou com uma pressão dos gaúchos e um pênalti perdido pelo adversário já nos acréscimos. Para ele, os jogadores têm que aprender uma nova forma de jogar, diferentemente daquela adotada durante a boa campanha na Copa Libertadores da América.

Na avaliação do comandante, os são-paulinos ainda não se acostumaram com a ideia de não ter um armador central, posto ocupado por Paulo Henrique Ganso desde 2012, e um centroavante fixo, como era Jonathan Calleri. Preocupado com a estreia, ele mandou um recado ao elenco e aos torcedores.

“O Ganso não volta. A ausência de um armador não é só no São Paulo, não, é difícil você achar um jogador desse tipo no futebol brasileiro. É por isso que a gente precisa buscar uma formação sem esse jogador”, avaliou o comandante, que tem apostado no peruano Cueva como o responsável por municiar os companheiros de frente.

Apesar do bom momento do jogador, autor de quatro gols no Brasileiro, no entanto, Gomes se ressente de uma melhor transição entre defesa e ataque. Contra o Internacional, ele ainda tentou corrigir isso ao colocar Wesley no lugar de Kelvin, buscando reter mais a bola e ter o contra-ataque, mas reconheceu ter falhado.

Confiante na possibilidade de melhorar a produção do Tricolor, Ricardo ainda não quis fazer uma projeção sobre o que esperar de seus primeiros meses de trabalho. Apesar de definir boa parte do calendário de 2017, a reta final da temporada é encarada com cautela pelo treinador.

“Ainda não dá (para definir o objetivo). Eu já tinha falado na minha apresentação que em 15 ou 20 dias a gente saberia em qual setor a gente iria brigar, mas eu acho que a gente vai brigar na frente”, concluiu o comandante são-paulino.


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