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Marta evolui, mas Vadão não garante atacante contra a Austrália no Mundial

Eleita a melhor do mundo pela Fifa, Marta sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda há cerca de três semanas, na cidade portuguesa de Portimão

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Fora da estreia do Brasil no Mundial Feminino, a atacante Marta mostrou evolução nos últimos dias, mas não tem garantida a presença na segunda partida da seleção na França, contra a Austrália, na quinta-feira. Nesta quarta, o técnico Vadão evitou confirmar a escalação da principal jogadora da equipe.

“Ela tem chance [de jogar]? Tem chance. Treinou e tem chance. Mas isso ainda será resolvido em conjunto. Vamos fazer uma reunião hoje ou amanhã [quinta], para decidir como ela vai se sentir. Ela tem respondido bem ao tratamento. Agora depende de uma conversa de todos nós, inclusive com a própria Marta”, disse o treinador.

Eleita a melhor do mundo pela Fifa, Marta sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda há cerca de três semanas, na cidade portuguesa de Portimão, onde a seleção brasileira encerrou a sua preparação para o Mundial. Ela chegou a ser cotado para jogar na estreia, na vitória sobre a Jamaica por 3 a 0, no domingo, mas acabou de fora da partida.

Nos últimos dias, a jogadora vem mostrando evolução física. “Ela tem respondido muito bem ao treinamento”, afirmou Vadão, que praticamente dá como certa a presença da jogadora na partida. No entanto, não sabe se escalaria Marta como titular.

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“Se você pensar em iniciar com a Marta e tirar para não correr risco quando estiver cansada, como fizemos com Bia e Cristiane.. Ou deixamos para o segundo tempo. Mas também não se sabe como vai ser . Bom seria se tivéssemos uma situação confortável. Neste caso, sempre haverá um risco pelo pouco tempo de treinamento”, comentou.

Após vencer com facilidade a Jamaica, equipe mais fraca do Grupo C, a seleção brasileira terá pela frente a Austrália, que é considerado o time mais forte da chave, apesar da derrota na estreia para a Itália por 2 a 1. Por conta do inesperado revés, a equipe australiana deve se tornar um rival ainda mais difícil para o Brasil nesta quinta.

 

Estadão Conteúdo


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