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Lucão de máscara na estreia do vôlei: proteção aos filhos

O central estreou nas Olimpíadas de Tóquio na vitória de 3 a 0 sobre a Tunísia, de máscara preta, cobrindo totalmente boca e nariz

O jogador da seleção de vôlei Lucão lembrou a todos que ainda vivemos uma pandemia -e todo cuidado é pouco, principalmente para proteger os filhos da Covid-19.

O central estreou nas Olimpíadas de Tóquio na noite de sexta (23, manhã de sábado no Japão), na vitória de 3 a 0 sobre a Tunísia, de máscara preta, cobrindo totalmente boca e nariz.

Não é a primeira vez que Lucão usou máscara numa partida. Já vinha fazendo isso nas atuações por seu clube, o Taubaté – ao lado de Maurício, colega de equipe.

Tem ainda a companhia de Macris Carneiro, atual levantadora da seleção feminina. Neste domingo, às 9h45 (de Brasília), ela deve seguir com a máscara em quadra.

Lucão adotou o procedimento, inclusive, com o time nacional no título da Liga das Nações, no fim de junho. Em dezembro, revelou toda a atenção com o filho mais velho.

“Ele (Theo, de 5 anos) tem alguns problemas como bronquite, e a grande preocupação, claro, é o risco de contaminá-lo”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo.

O central viveu a quarentena com a esposa esperando bebê, outro motivo para a máscara. “Não sabíamos o risco que uma grávida corria”, acrescentou ao G1 neste sábado.

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Não é, por fim, o primeiro episódio envolvendo o vôlei em Tóquio. Bruninho, colega de Lucão, representou o Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos, na última sexta, como porta-bandeira ao lado de Ketleyn Quadros.

Os dois formaram, ao lado de mais dois membros da delegação, uma das menores comitivas, de apenas quatro pessoas. Em suas redes, o Time Brasil explicou a escolha pela “saúde em primeiro lugar”.






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