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Grupo colegiado prepara mais mudanças nos bastidores do Atlético-MG

A primeira semana de trabalho no Atlético-MG em 2021 movimenta vários departamentos do clube e a nova diretoria já deu um importante recado

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 A primeira semana de trabalho no Atlético-MG em 2021 movimenta vários departamentos do clube e a nova diretoria já deu um importante recado: vai mudar posições em cargos estratégicos e readequar salários para valores dentro da atual realidade do mercado.

A saída de Alexandre Mattos do departamento de futebol -com Rodrigo Caetano cotado para substituí-lo- foi um desses cartões de visita da nova política adotada pelo presidente Sérgio Coelho e o grupo colegiado, formado pelos mecenas que investem dinheiro no time -Ricardo Guimarães, Rubens Menin, Rafael Menin e Renato Salvador.

Além da saída de Mattos e de outros integrantes, dentre esses o superintendente administrativo Marcelo Machado, que estava há quase 15 anos no clube, mais mudanças devem ocorrer. Uma possibilidade é haver troca também no comando das categorias de base.

O diretor de futebol de base, Júnior Chávare, não tem sua continuidade garantida com a nova gestão que assumiu o clube. Sua permanência passará pelo crivo do novo responsável pelo departamento de futebol alvinegro, e esse nome deve mesmo ser o de Rodrigo Caetano. Portanto, o indicativo é que a permanência ou saída de Chávare estará na decisão do próximo dirigente que assumir uma das pastas mais importantes do clube.

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Assim como havia acontecido com Alexandre Mattos, que acabou deixando à Cidade do Galo, o presidente Sérgio Coelho também não cravou “o fico” de Chávare, que volta ao trabalho nesta quarta-feira (6). Coincidentemente, mesma data da reunião entre a diretoria atleticana e Caetano, marcada para a parte da tarde. O futuro do comandante da base alvinegra deve ser decidido nos próximos dias.

Há chance também de Erasmo Damiani, ex-chefe das categorias de base da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), campeão olímpico com a seleção brasileira em 2016, e atualmente no Internacional, chegar junto de Caetano ao CT atleticano.

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Essas grandes mudanças na estrutura organizacional do Atlético-MG acontecem, segundo apurou a reportagem, por recomendação da consultoria que analisa a parte financeira do clube. Há, desde o ano passado, dois funcionários de uma grande empresa dentro da sede de Lourdes, coração administrativo alvinegro, monitorando dados e processos. Tudo para reduzir custos e garantir uma melhor saúde econômica do Atlético e também por decisão política e maior controle das ações no futebol.

“Temos projeto, temos rumo e sabemos onde queremos chegar (…) Dentro dos meus primeiros atos iniciados, será dar continuidade na montagem de um time vencedor de minha confiança e aliado aos propósitos por mim estabelecidos. Não acredito em jogo individual. Acredito no time e coletivo. Por essa razão, antes de tomar posse, criei órgão colegiado composto por mim, pelo vice, e pelo chamado grupo dos quatro R’s, para com eles dividir as decisões mais importantes”, disse Sérgio Coelho em seu discurso de posse.

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Os mecenas terão maior controle no departamento de futebol com a escolha de Renato Salvador para cargo estratégico na pasta. Ele será um braço entre o novo diretor e a presidência. Com isso, deve participar efetivamente de contratações e vendas futuras de atletas.

As mudanças realizadas, principalmente a troca no departamento de futebol do clube, pegaram de surpresa os jogadores.

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“Sobre o Alexandre, foi uma mudança que não ficamos sabendo. Soubemos por rede social. Ficamos surpresos por ter sido ‘do nada’, vamos assim dizer, para a gente. Todos nós agradecemos a ele pelo que fez nesse pouco tempo, desejamos boa sorte, e isso não cabe a nós. Agora é esperar para ver quem vai ser o próximo e dar continuidade ao trabalho”, disse o volante Allan, que também falou sobre a chegada de um novo dirigente.

“Ouvi dizer sobre o Rodrigo Caetano, sim, comentários rolaram. Não conheço ele pessoalmente, apenas por pessoas mais próximas que falam que ele é um baita cara, um grande profissional e que, se vier, será para nos ajudar, que é o que precisamos. A gente precisa de um cara sério, que venha para acrescentar. Estaremos felizes e vamos buscar dar continuidade no trabalho”, analisou.

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Folha Press




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