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Draft da NBA movimentou a noite esportiva

Gui Santos, nascido em Brasília, jogou a temporada do NBB pelo Minas, e foi selecionado pelo Warriors, atual campeão da NBA

Por Camila Bairros 24/06/2022 11h42
Foto: Divulgação/NBB

Na noite de quinta-feira (23), no Barclays Center, Brooklyn, Nova Iorque, aconteceu o draft da NBA, processo pelo qual jogadores amadores conseguem, oficialmente, entrar na NBA. Teve brasileiro selecionado pelo atual campeão Warriors, e time fechando com atletas de sobrenomes muito conhecidos.

Gui Santos, nascido em Brasília, jogou a temporada do NBB pelo Minas, e alcançou a 55ª posição na segunda rodada da seleção. Mesmo assim, acabou sendo selecionado pelo Warriors, que levantou o título de campeão da temporada do NBA na semana passada. A expectativa é de que Gui comece a jogar nos EUA no NBA G-League, campeonato de desenvolvimento.

O jovem brasileiro que acabou de fazer 20 anos não esteve presente no loca, mas comemorou a aprovação por meio das redes sociais: “Amo vocês, rapaziada. Emoção estava milhão por aqui”, escreveu nos stories do Instagram.

Nesta temporada, pelo Minas, o ala teve média de 10,1 pontos, 5,1 rebotes e duas assistências, sendo eleito o sexto melhor jogador (primeiro reserva). Com 2,02m de altura e 95 quilos, o jovem tem uma capacidade física enorme e muito recurso técnico.

Sobrenomes conhecidos

Também participaram do draft dois atletas com sobrenomes muito conhecidos no mundo do basquete: os filhos de Scottie Pippen e Shaquille O’Neal. Apesar de não terem sido escolhidos, o Lakers assinou contrato com ambos após o fechamento da seleção.

Pippen Jr., de 21 anos, é armador e poderá alternar a equipe com a G-League. Nas duas últimas temporadas, teve média de mais de 20 pontos e, em chutes de três, o aproveitamento é de 34,3%.

Já Shareef O’Neal, que tem 22 anos e é ala/pivô, é filho de um ídolo dos Lakers, atuou recentemente em testes no pré-draft e se comprometeu a jogar a Summer League – Liga de Verão. “Passei por algumas coisas pelas quais ele não passou. Ele foi a escolha número 1 no Draft. Eu meio que tive que lutar para chegar aqui. Eu tive que lutar muito. Eu tive que passar por algumas coisas últimos quatro anos – lesões nos pés, cirurgias cardíacas – e eu realmente não pareço estar na sombra dele”, completou Shareef.

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