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Woody Allen cego, nas locadoras

Arquivo Geral

20/02/2004 0h00

Desde meados da década de 80, o mais esquizofrênico dos diretores de Hollywood, Woody Allen, vem, gradualmente, abandonando os dramas que caracterizaram o início de sua carreira (basta lembrar de Hannah e Suas Irmãs, Manhattan e Interiores) para se entregar de corpo e alma à comédia. Aquela comédia ácida, igualmente esquizofrênica típica de Allen. Mas que, sem pudores, faz rir ao mais cisudo dos espectadores. Seu último trunfo lançado no Brasil, Dirigindo no Escuro, não foge à regra e quem perdeu a chance de assisti-lo nos cinemas, agora poderá conferir em vídeo, pois ele acaba de ser lançado nas locadoras.

Para variar, Allen vive na tela um diretor de cinema, Val Waxman, que nos anos 70 e 80, era bastante badalado em Hollywood. Mas agora os tempos são outros e o talento do então cineasta conceituado serve tão somente para promover produtos em comerciais de TV. Como nem tudo está perdido, a chance que ele esperava para retornar ao estrelato surge com um produtor (Treat Williams) de um grande estúdio, que está atualmente namorando sua ex-esposa (Téa Leoni). É este figurão quem lhe oferece a direção de um grande projeto. Waxman imediatamente aceita a proposta mas, pouco antes do início das filmagens, passa a sofrer de cegueira temporária, gerada por conta do estresse do início das filmagens. Decidido a trabalhar assim mesmo, ele passa então a contar com a ajuda de alguns amigos para que possa dirigir o filme sem que os produtores e executivos do estúdio percebam seu atual estado.

Assim sendo, tudo acaba se tornando possível em um set de filmagens no qual o diretor está cego. As situações inusitadas e engraçadas vivenciadas por Allen e os inúmeros diálogos existenciais travados por ele com seus interlocutores valem o ingresso, ou melhor, a locação.

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    20/02/2004 0h00

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    Para variar, Allen vive na tela um diretor de cinema, Val Waxman, que nos anos 70 e 80, era bastante badalado em Hollywood. Mas agora os tempos são outros e o talento do então cineasta conceituado serve tão somente para promover produtos em comerciais de TV. Como nem tudo está perdido, a chance que ele esperava para retornar ao estrelato surge com um produtor (Treat Williams) de um grande estúdio, que está atualmente namorando sua ex-esposa (Téa Leoni). É este figurão quem lhe oferece a direção de um grande projeto. Waxman imediatamente aceita a proposta mas, pouco antes do início das filmagens, passa a sofrer de cegueira temporária, gerada por conta do estresse do início das filmagens. Decidido a trabalhar assim mesmo, ele passa então a contar com a ajuda de alguns amigos para que possa dirigir o filme sem que os produtores e executivos do estúdio percebam seu atual estado.

    Assim sendo, tudo acaba se tornando possível em um set de filmagens no qual o diretor está cego. As situações inusitadas e engraçadas vivenciadas por Allen e os inúmeros diálogos existenciais travados por ele com seus interlocutores valem o ingresso, ou melhor, a locação.

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