Menu
Promoções

Um jogador com os dias contados

Arquivo Geral

12/02/2005 0h00

“Acho que vou sair com 95% dos votos”. Esta foi a frase dita por PA (Paulo André) ao ver o companheiro de complô Rogério ser eliminado na última terça-feira do Big Brother 5. É sinal de que o próprio jogador tem consciência de que não vai durar muito tempo dentro da casa. A irmã Valéria sabe que sua única chance de ficar no programa é escapando de ir para os paredões: “Sei que ele será eliminado se for para o paredão. Ele está jogando à beça. Estranho muito porque Paulo André avisou à gente que não entraria em panela porque sabia que isso não dava certo. A cabeça dele mudou muito lá dentro”.

No site oficial do programa, ele só consegue ser mais impopular do que Aline, que se mantém na lanterninha. Talvez PA tenha chance de ficar no Big Brother se for com ela para o paredão. Quem passou pela casa reconhece também que ele tem poucas chances de continuar brigando pelo prêmio de R$ 1 milhão. “Não vai demorar muito para ele sair. O público não aprova suas atitudes”, diz o goleiro Giulliano, eliminado na terceira semana.

Outras pessoas da família de PA também reprovam seu comportamento no programa. Márcio de Oliveira reconhece que o primo não está jogando limpo: “Não vou defender o comportamento dele. Ele não está jogando como deveria. Para mim, já está definido que ele não vai ganhar”.

nome sujo A família de PA está assustada. Sua mãe, Maria Conceição, de 67 anos, tem recebido telefonemas ameaçadores e pessoas que ligam só para xingar o participante. “O nome do meu filho está muito sujo”, diz Maria, preocupada. O primo Márcio está apreensivo com o que pode acontecer quando PA deixar o programa: “Não está bom para ele aqui fora. Ele tem de estar preparado para o que vai enfrentar quando sair às ruas”.

Valéria, irmã de PA, não acredita que o programa esteja dividido entre mocinhos e vilões: “Tem o grupo que joga aberto, do qual meu irmão faz parte, e o grupo que joga camuflado”.

Rogério garante que não ficou incomodado com tamanha dedicação de PA. O médico diz que, desde o primeiro dia na casa, eles se identificaram e viraram cúmplices: “Não tem como eu não torcer por ele”.

    Você também pode gostar

    Um jogador com os dias contados

    Arquivo Geral

    12/02/2005 0h00

    “Acho que vou sair com 95% dos votos”. Esta foi a frase dita por PA (Paulo André) ao ver o companheiro de complô Rogério ser eliminado na última terça-feira do Big Brother 5. É sinal de que o próprio jogador tem consciência de que não vai durar muito tempo dentro da casa. A irmã Valéria sabe que sua única chance de ficar no programa é escapando de ir para os paredões: “Sei que ele será eliminado se for para o paredão. Ele está jogando à beça. Estranho muito porque Paulo André avisou à gente que não entraria em panela porque sabia que isso não dava certo. A cabeça dele mudou muito lá dentro”.

    No site oficial do programa, ele só consegue ser mais impopular do que Aline, que se mantém na lanterninha. Talvez PA tenha chance de ficar no Big Brother se for com ela para o paredão. Quem passou pela casa reconhece também que ele tem poucas chances de continuar brigando pelo prêmio de R$ 1 milhão. “Não vai demorar muito para ele sair. O público não aprova suas atitudes”, diz o goleiro Giulliano, eliminado na terceira semana.

    Outras pessoas da família de PA também reprovam seu comportamento no programa. Márcio de Oliveira reconhece que o primo não está jogando limpo: “Não vou defender o comportamento dele. Ele não está jogando como deveria. Para mim, já está definido que ele não vai ganhar”.

    nome sujo A família de PA está assustada. Sua mãe, Maria Conceição, de 67 anos, tem recebido telefonemas ameaçadores e pessoas que ligam só para xingar o participante. “O nome do meu filho está muito sujo”, diz Maria, preocupada. O primo Márcio está apreensivo com o que pode acontecer quando PA deixar o programa: “Não está bom para ele aqui fora. Ele tem de estar preparado para o que vai enfrentar quando sair às ruas”.

    Valéria, irmã de PA, não acredita que o programa esteja dividido entre mocinhos e vilões: “Tem o grupo que joga aberto, do qual meu irmão faz parte, e o grupo que joga camuflado”.

    Rogério garante que não ficou incomodado com tamanha dedicação de PA. O médico diz que, desde o primeiro dia na casa, eles se identificaram e viraram cúmplices: “Não tem como eu não torcer por ele”.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado