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Samba no terreiro da capital federal

Arquivo Geral

16/04/2004 0h00

O sambista Monarco, um dos principais nomes da famosa e bem-sucedida Ala de Compositores da Portela, inaugura a quarta edição do projeto Gente do Samba, hoje, no Feitiço Mineiro, que já trouxe a Brasília bambas do gabarito de Dona Yvonne Lara e Nei Lopes.

Monarco é compositor de marcantes canções que viraram hit nas vozes de Zeca Pagodinho (Vai Vadiar), Martinho da Vila (Tudo menos Amor), Paulinho da Viola (Coração em Desalinho e Passado de Glória) e Clara Nunes (Rancho da Primavera). Em cinco décadas de carreira, se consagrou cantor principal da Velha Guarda da Portela, e gravou apenas quatro discos e conquistou um público fiel no Japão.

O álbum mais recente do compositor, Uma História do Samba, lançado no início do ano passado no mercado japonês, só chegou ao Brasil em novembro. Militante da causa do samba, o cavaquinista carioca Henrique Cazes tentou durante quase dez anos importar para o País o álbum de maior sucesso de Monarco, A Voz do Samba (1995). Conseguiu fazê-lo somente no ano passado.

Gente do Samba traz, até o dia 18 de junho, mais 13 bambas cariocas, entre eles, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Nei Lopes, Noca da Portela, Tia Surica e Jair do Cavaquinho. Todos serão acompanhados pelo grupo Samba-Choro, formado por Evandro (violão 7 cordas), Valerinho (cavaco), Chico Lopes (sopros), Kunka (surdo) e Makley (pandeiro e vocais).

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    16/04/2004 0h00

    O sambista Monarco, um dos principais nomes da famosa e bem-sucedida Ala de Compositores da Portela, inaugura a quarta edição do projeto Gente do Samba, hoje, no Feitiço Mineiro, que já trouxe a Brasília bambas do gabarito de Dona Yvonne Lara e Nei Lopes.

    Monarco é compositor de marcantes canções que viraram hit nas vozes de Zeca Pagodinho (Vai Vadiar), Martinho da Vila (Tudo menos Amor), Paulinho da Viola (Coração em Desalinho e Passado de Glória) e Clara Nunes (Rancho da Primavera). Em cinco décadas de carreira, se consagrou cantor principal da Velha Guarda da Portela, e gravou apenas quatro discos e conquistou um público fiel no Japão.

    O álbum mais recente do compositor, Uma História do Samba, lançado no início do ano passado no mercado japonês, só chegou ao Brasil em novembro. Militante da causa do samba, o cavaquinista carioca Henrique Cazes tentou durante quase dez anos importar para o País o álbum de maior sucesso de Monarco, A Voz do Samba (1995). Conseguiu fazê-lo somente no ano passado.

    Gente do Samba traz, até o dia 18 de junho, mais 13 bambas cariocas, entre eles, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Nei Lopes, Noca da Portela, Tia Surica e Jair do Cavaquinho. Todos serão acompanhados pelo grupo Samba-Choro, formado por Evandro (violão 7 cordas), Valerinho (cavaco), Chico Lopes (sopros), Kunka (surdo) e Makley (pandeiro e vocais).

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