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Paralelo entre Hitler e Chaplin

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Foram quatro dias que separaram os nascimentos do vagabundo e do ditador. Apesar de nunca terem se encontrado, Charles Chaplin (1889-1977) e Adolf Hitler (1889-1945) levaram vidas paralelas com mais pontos em comum do que poderia se imaginar, defende o diretor Kevin Brownlow no documentário O Vagabundo e o Ditador, que o GNT exibe hoje. O filme ressalta ainda a semelhança física – os famosos bigodinhos – e o fato de que ambos tiveram infâncias pobres e saíram de seus países de origem para viver em outro lugar. “Eles foram os homens mais amados e odiados de seu tempo”, diz o narrador Kenneth Branagh no filme.

Mas o maior mérito do documentário é apresentar cenas inéditas e de bastidores, coloridas, de O Grande Ditador (1940), o primeiro filme falado de Chaplin, sátira a Hitler. Essas imagens foram encontradas quase 60 anos após as gravações, no sótão da casa suíça de Chaplin. Captadas, na época, por seu irmão Sydney, o material revela o método de direção de Chaplin, descrito pelos entrevistados do documentário como “um ditador em cena”. Em clima de DVD, as cenas revelam o final que Chaplin originalmente desejava para O Grande Ditador: um baile ao ar livre em que as tropas inimigas dançam. As imagens captam o perfeccionismo de Chaplin


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Foram quatro dias que separaram os nascimentos do vagabundo e do ditador. Apesar de nunca terem se encontrado, Charles Chaplin (1889-1977) e Adolf Hitler (1889-1945) levaram vidas paralelas com mais pontos em comum do que poderia se imaginar, defende o diretor Kevin Brownlow no documentário O Vagabundo e o Ditador, que o GNT exibe hoje. O filme ressalta ainda a semelhança física – os famosos bigodinhos – e o fato de que ambos tiveram infâncias pobres e saíram de seus países de origem para viver em outro lugar. “Eles foram os homens mais amados e odiados de seu tempo”, diz o narrador Kenneth Branagh no filme.

Mas o maior mérito do documentário é apresentar cenas inéditas e de bastidores, coloridas, de O Grande Ditador (1940), o primeiro filme falado de Chaplin, sátira a Hitler. Essas imagens foram encontradas quase 60 anos após as gravações, no sótão da casa suíça de Chaplin. Captadas, na época, por seu irmão Sydney, o material revela o método de direção de Chaplin, descrito pelos entrevistados do documentário como “um ditador em cena”. Em clima de DVD, as cenas revelam o final que Chaplin originalmente desejava para O Grande Ditador: um baile ao ar livre em que as tropas inimigas dançam. As imagens captam o perfeccionismo de Chaplin


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