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Laboratório acha substância cancerígena em preservativo

Arquivo Geral

01/06/2004 0h00

A maioria dos preservativos disponíveis no mercado alemão contém substâncias cancerígenas, segundo um estudo do Escritório de Pesquisa Química e Veterinária da cidade de Stuttgart. O laboratório fez 32 testes em vários modelos de preservativos das 18 marcas vendidas nas farmácias, grandes lojas e “sex-shops” alemães.

O resultado mostrou que só três dos modelos estudados estão livres de nitrosaminas, substâncias que podem provocar câncer, explicou o diretor do laboratório que elaborou a análise, Werner Altkofer, que constatou inclusive “quantidades muito grandes” nos produtos de alguns fabricantes. Os três modelos de preservativos livres de nitrosaminas são de um mesmo fabricante. Nenhuma marca será retirada do mercado porque contém nitrosaminas, pois não existe regulamento algum que estabeleça os limites máximos permitidos dessas substâncias, segundo Altkofer.

A análise de laboratório consistiu em colocar os preservativos em contato com uma solução artificial de suor durante uma hora para ver quais substâncias do preservativo eram transmitidas ao líquido. As substâncias cancerígenas penetram no corpo humano através das mucosas, e não existe uma quantidade mínima das mesmas a partir da qual se ativa o efeito cancerígeno.

As nitrosaminas estão presentes em ingredientes usados na fabricação de preservativos para lhes dar elasticidade. De acordo com Altkofer, existem substâncias inofensivas que poderiam substituir esses ingredientes, mas são mais caras. O laboratório de Stuttgart transmitiu os resultados às autoridades regionais, para que pressionem o governo federal.

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    01/06/2004 0h00

    A maioria dos preservativos disponíveis no mercado alemão contém substâncias cancerígenas, segundo um estudo do Escritório de Pesquisa Química e Veterinária da cidade de Stuttgart. O laboratório fez 32 testes em vários modelos de preservativos das 18 marcas vendidas nas farmácias, grandes lojas e “sex-shops” alemães.

    O resultado mostrou que só três dos modelos estudados estão livres de nitrosaminas, substâncias que podem provocar câncer, explicou o diretor do laboratório que elaborou a análise, Werner Altkofer, que constatou inclusive “quantidades muito grandes” nos produtos de alguns fabricantes. Os três modelos de preservativos livres de nitrosaminas são de um mesmo fabricante. Nenhuma marca será retirada do mercado porque contém nitrosaminas, pois não existe regulamento algum que estabeleça os limites máximos permitidos dessas substâncias, segundo Altkofer.

    A análise de laboratório consistiu em colocar os preservativos em contato com uma solução artificial de suor durante uma hora para ver quais substâncias do preservativo eram transmitidas ao líquido. As substâncias cancerígenas penetram no corpo humano através das mucosas, e não existe uma quantidade mínima das mesmas a partir da qual se ativa o efeito cancerígeno.

    As nitrosaminas estão presentes em ingredientes usados na fabricação de preservativos para lhes dar elasticidade. De acordo com Altkofer, existem substâncias inofensivas que poderiam substituir esses ingredientes, mas são mais caras. O laboratório de Stuttgart transmitiu os resultados às autoridades regionais, para que pressionem o governo federal.

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