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Filho de Zeca Pagodinho estréia como compositor

Arquivo Geral

17/11/2005 0h00

Ele assina apenas Dudu, e os mais desavisados jamais ligariam o nome à pessoa. Mas ele vem da linhagem mais pura do samba carioca, filho de Zeca Pagodinho, freqüentador de rodas de samba promovidas por Arlindo Cruz, Mauro Diniz e Dudu Nobre, entre outros. Estudou piano, violão e aprendeu cavaquinho “de ouvido”. Começou a compor na surdina, até que a família descobriu que ele também levava jeito para a coisa.

Sua primeira música foi gravada por Juliana Diniz, filha de Mauro, que dá seus primeiros passos na carreira. A moça, que acabou de lançar seu disco de estréia com canções inéditas de Paulinho da Viola e Dona Ivone Lara, entre outros, não dispensou a música Apelido Carinhoso, escrita por Dudu. “Essa foi a primeira música que eu fiz, com 16 anos. Acho que dá para entender que teve uma briga com a namorada”, conta, um pouco retraído.

Dudu diz que, apesar de ter composto muita coisa – já tem cerca de 20 sambas escritos e musicados –, não tinha coragem de mostrar ao pai. “Duas tias minhas viram e falaram com ele”. Desde então, o talento do moço se tornou notório. Dentro e fora da família. Tanto que Mauro Diniz colocou a segunda música de Dudu, chamada Catador de Papel, no disco novo do Sensação.

“Cantar é um sonho, o ponto máximo, mas tenho que estudar um pouco mais. Quando meu pai disser que estou pronto, eu acredito”.

Faculdade Talvez ele pudesse facilmente engatar uma carreira de cantor ou compositor, afinal é filho de Zeca Pagodinho, a grande estrela do samba.

Mas Dudu não quer saber disso. Nem de dar passos maiores que as pernas. Ele cursa faculdade de administração de empresas e diz que, por enquanto, vai continuar assim.

“Penso em terminar para ter estudo, diploma. Além disso, tem muita coisa do meu pai para cuidar como a escola de música, terrenos, firma. A música tem rendido frutos, mas tenho que completar os estudos”, afirma.

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    Filho de Zeca Pagodinho estréia como compositor

    Arquivo Geral

    17/11/2005 0h00

    Ele assina apenas Dudu, e os mais desavisados jamais ligariam o nome à pessoa. Mas ele vem da linhagem mais pura do samba carioca, filho de Zeca Pagodinho, freqüentador de rodas de samba promovidas por Arlindo Cruz, Mauro Diniz e Dudu Nobre, entre outros. Estudou piano, violão e aprendeu cavaquinho “de ouvido”. Começou a compor na surdina, até que a família descobriu que ele também levava jeito para a coisa.

    Sua primeira música foi gravada por Juliana Diniz, filha de Mauro, que dá seus primeiros passos na carreira. A moça, que acabou de lançar seu disco de estréia com canções inéditas de Paulinho da Viola e Dona Ivone Lara, entre outros, não dispensou a música Apelido Carinhoso, escrita por Dudu. “Essa foi a primeira música que eu fiz, com 16 anos. Acho que dá para entender que teve uma briga com a namorada”, conta, um pouco retraído.

    Dudu diz que, apesar de ter composto muita coisa – já tem cerca de 20 sambas escritos e musicados –, não tinha coragem de mostrar ao pai. “Duas tias minhas viram e falaram com ele”. Desde então, o talento do moço se tornou notório. Dentro e fora da família. Tanto que Mauro Diniz colocou a segunda música de Dudu, chamada Catador de Papel, no disco novo do Sensação.

    “Cantar é um sonho, o ponto máximo, mas tenho que estudar um pouco mais. Quando meu pai disser que estou pronto, eu acredito”.

    Faculdade Talvez ele pudesse facilmente engatar uma carreira de cantor ou compositor, afinal é filho de Zeca Pagodinho, a grande estrela do samba.

    Mas Dudu não quer saber disso. Nem de dar passos maiores que as pernas. Ele cursa faculdade de administração de empresas e diz que, por enquanto, vai continuar assim.

    “Penso em terminar para ter estudo, diploma. Além disso, tem muita coisa do meu pai para cuidar como a escola de música, terrenos, firma. A música tem rendido frutos, mas tenho que completar os estudos”, afirma.

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