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07/01/2004 0h00

Lá pelas tantas, em Mulheres Apaixonadas, os beijos entre Erik Marmo e Carolina Dieckmann eram tão fervorosos que a ficção se misturou à realidade. No disse-me-disse sobre a novela, não paravam de falar que os atores estavam juntos e os beijos entre o casal ganharam até um apelido: estilo amídalas. Agora, na minissérie Um Só Coração (Rede Globo), Erik terá cenas e mais cenas para colocar sua técnica ou falta dela em prática: o alvo é Ana Paula Arósio, a protagonista Yolanda Penteado.

“Beijo entre atores é um momento de cumplicidade. Foi assim com a Carol logo no primeiro beijo da nossa primeira cena. Disseram que com a Ana a cumplicidade é ainda maior. Só procuro me entregar e as atrizes também”, acredita Erik, de 27 anos.

Na minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, Erik será Martim, rapaz de família tradicional e falida de Botucatu, no interior de São Paulo, e estudante de Medicina nos anos 20 (a minissérie vai de 1922 a 1954). Só que ele abraça o anarquismo e se envolve com causas trabalhistas. No meio do caminho, se apaixona pela socialite paulista Yolanda e enfrenta o amor proibido pela família dela, com beijos ardentes na chuva e muitas decepções.

Para fazer o Martim, Erik mal teve tempo de se desligar do Cláudio de Mulheres Apaixonadas. Assistiu ao último capítulo da novela numa sexta-feira e, na segunda, já foi para São Paulo por conta de Um Só Coração. “Não tive tempo de desconstruir o Cláudio e tive de guardá-lo rápido no bolso. Mas ele era parecido comigo”, acredita o ator, que acha que jamais estaria no elenco da minissérie se não fosse pela novela. “Eu tinha um personagem maravilhoso, que teve uma repercussão ótima, o Ricardo (Waddington, diretor-geral) confiou em mim e me projetou a um lugar onde pude ser chamado para essa minissérie”, acredita Erik.

Depois da novela, o niteroiense Erik – que começou a cursar Publicidade antes de estrear na TV em Malhação (2001), como um homossexual, e teve uma passagem pelo seriado Sandy & Junior – acredita que sua vida mudou. “Não era tão assediado. Mas sei que sou um produto. Comecei como modelo, que é mais produto ainda do que ator. Sei que minha cara vende neste momento. E vão me achar chato ou legal, independentemente da minha vontade. Tenho tentado ser eu mesmo. Na minissérie, vou poder mostrar que tenho um lado de pessoa que tem idéias”, filosofa. Diante das câmeras, também acredita que mudou. “Estou mais seguro”, garante. “Se tiver de decorar uma cena na hora, decoro. Estou aprendendo a descontrair.”Beijo entre atores é um momento de cumplicidade. Só procuro me entregar”.

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    07/01/2004 0h00

    Lá pelas tantas, em Mulheres Apaixonadas, os beijos entre Erik Marmo e Carolina Dieckmann eram tão fervorosos que a ficção se misturou à realidade. No disse-me-disse sobre a novela, não paravam de falar que os atores estavam juntos e os beijos entre o casal ganharam até um apelido: estilo amídalas. Agora, na minissérie Um Só Coração (Rede Globo), Erik terá cenas e mais cenas para colocar sua técnica ou falta dela em prática: o alvo é Ana Paula Arósio, a protagonista Yolanda Penteado.

    “Beijo entre atores é um momento de cumplicidade. Foi assim com a Carol logo no primeiro beijo da nossa primeira cena. Disseram que com a Ana a cumplicidade é ainda maior. Só procuro me entregar e as atrizes também”, acredita Erik, de 27 anos.

    Na minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, Erik será Martim, rapaz de família tradicional e falida de Botucatu, no interior de São Paulo, e estudante de Medicina nos anos 20 (a minissérie vai de 1922 a 1954). Só que ele abraça o anarquismo e se envolve com causas trabalhistas. No meio do caminho, se apaixona pela socialite paulista Yolanda e enfrenta o amor proibido pela família dela, com beijos ardentes na chuva e muitas decepções.

    Para fazer o Martim, Erik mal teve tempo de se desligar do Cláudio de Mulheres Apaixonadas. Assistiu ao último capítulo da novela numa sexta-feira e, na segunda, já foi para São Paulo por conta de Um Só Coração. “Não tive tempo de desconstruir o Cláudio e tive de guardá-lo rápido no bolso. Mas ele era parecido comigo”, acredita o ator, que acha que jamais estaria no elenco da minissérie se não fosse pela novela. “Eu tinha um personagem maravilhoso, que teve uma repercussão ótima, o Ricardo (Waddington, diretor-geral) confiou em mim e me projetou a um lugar onde pude ser chamado para essa minissérie”, acredita Erik.

    Depois da novela, o niteroiense Erik – que começou a cursar Publicidade antes de estrear na TV em Malhação (2001), como um homossexual, e teve uma passagem pelo seriado Sandy & Junior – acredita que sua vida mudou. “Não era tão assediado. Mas sei que sou um produto. Comecei como modelo, que é mais produto ainda do que ator. Sei que minha cara vende neste momento. E vão me achar chato ou legal, independentemente da minha vontade. Tenho tentado ser eu mesmo. Na minissérie, vou poder mostrar que tenho um lado de pessoa que tem idéias”, filosofa. Diante das câmeras, também acredita que mudou. “Estou mais seguro”, garante. “Se tiver de decorar uma cena na hora, decoro. Estou aprendendo a descontrair.”Beijo entre atores é um momento de cumplicidade. Só procuro me entregar”.

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