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Com o pé na delegacia

Arquivo Geral

09/11/2005 0h00

Em meio ao clima de violência vivido pelo Rio de Janeiro, o papel de Jorge Pontual em Prova de Amor (19h15, Record) chegou na hora certa. Com ele, o ator vem entendendo um pouco a rotina dos policiais daquela nada pacata cidade.

“É muito bom interpretar um papel desses numa hora em que tanta gente deixa de acreditar na polícia”, relata o ator. “Fazendo laboratório, vi que há muita gente boa lá, que ganha pouco e arrisca a vida, mas continua honesta.”

Ele chegou a esta conclusão porque, para vestir as roupas e as armas de Júlio, seu personagem, teve de suar a camisa. “Tenho um amigo da 16ª DP (Barra da Tijuca/Rio) que me ajudou. E foi mais do que dar dicas. Ele me botou para trabalhar. Eu acompanhei a rotina na delegacia e até saí para ver como eles abordam suspeitos. Foi legal.”

Nesta rotina de “policial”, Jorge Pontual, naturalmente, não conseguiu escapar do contato com fatos recentes da rotina de violência. “Como Márcio Garcia compôs seu personagem inspirado no assaltante Pedro Dom, conheci o delegado que o prendeu e ouvi muitas histórias”, relata, sem entrar em detalhes.

Antes mesmo de ser convidado para viver o Júlio da trama da Record, ele conta que já estava se preparando para o papel. Como assim? “Tive hepatite e passei muitos dias em casa, vendo várias séries policiais, sem saber que faria uma novela do gênero”, explica.

Durante uma ação da polícia, Pontual pôde aprender algumas dicas de investigação e conta: “Um assaltante dizia que era menor. Dava pra ver que não era. Pela filiação, sua ficha foi encontrada e ele, desmascarado”.

Tão ligado no dia-a-dia da polícia, Pontual até costuma se dar ao luxo de ajudar o autor da novela: “Às vezes, fico sabendo de coisas legais e sugiro. Tiago Santiago já usou algumas sugestões”.

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    09/11/2005 0h00

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    “É muito bom interpretar um papel desses numa hora em que tanta gente deixa de acreditar na polícia”, relata o ator. “Fazendo laboratório, vi que há muita gente boa lá, que ganha pouco e arrisca a vida, mas continua honesta.”

    Ele chegou a esta conclusão porque, para vestir as roupas e as armas de Júlio, seu personagem, teve de suar a camisa. “Tenho um amigo da 16ª DP (Barra da Tijuca/Rio) que me ajudou. E foi mais do que dar dicas. Ele me botou para trabalhar. Eu acompanhei a rotina na delegacia e até saí para ver como eles abordam suspeitos. Foi legal.”

    Nesta rotina de “policial”, Jorge Pontual, naturalmente, não conseguiu escapar do contato com fatos recentes da rotina de violência. “Como Márcio Garcia compôs seu personagem inspirado no assaltante Pedro Dom, conheci o delegado que o prendeu e ouvi muitas histórias”, relata, sem entrar em detalhes.

    Antes mesmo de ser convidado para viver o Júlio da trama da Record, ele conta que já estava se preparando para o papel. Como assim? “Tive hepatite e passei muitos dias em casa, vendo várias séries policiais, sem saber que faria uma novela do gênero”, explica.

    Durante uma ação da polícia, Pontual pôde aprender algumas dicas de investigação e conta: “Um assaltante dizia que era menor. Dava pra ver que não era. Pela filiação, sua ficha foi encontrada e ele, desmascarado”.

    Tão ligado no dia-a-dia da polícia, Pontual até costuma se dar ao luxo de ajudar o autor da novela: “Às vezes, fico sabendo de coisas legais e sugiro. Tiago Santiago já usou algumas sugestões”.

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