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Biotecnologia vai ao palco da Sala Villa-Lobos

Arquivo Geral

24/09/2003 0h00

“Precisamos quebrar o abismo dos programas da ciência com o público.” A afirmativa é de Ittala Nandi, que produz e integra o elenco de DNA – Nossa Comédia, espetáculo em cartaz somente hoje, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. Detalhe: a peça é somente para convidados, estando reservados 400 ingressos para estudantes de Biologia ou de Ciências que cheguem ao local com antecedência e apresentem a comprovação de inscrição nos cursos.

DNA, de Thiago Santiago e Leila Oda, tem direção de Bibi Ferreira e, além de Ittala, apresenta no elenco Werner Schünemann, Othon Bastos, Claudia Alencar, Rita Guedes, Guilherme Leme, Daniel Marinho e Rei Lima. As relações humanas compõem o tema central do espetáculo, que se desenvolve discutindo um dos temas mais urgentes da atualidade: os programas científicos de alimentos geneticamente modificados.

Para Ittala, está mais do que na hora de se estender essa discussão à sociedade. “Já perdemos o direito à informática porque a ditadura não nos consultou”, acusa, “e o medo é perder o trem do futuro novamente. Agora que vivemos numa democracia, é preciso colocar, com toda clareza, o que o Brasil pode fazer com a biotecnologia.”

Tema controverso, bem sabe a atriz, que entende o fato de mudanças científicas trazerem um certo receio da população. “Por isso é preciso dialogar, para não ficarmos no obscurantismo”, conclui. “Se Bush tivesse ouvido a ONU, teríamos paz hoje.”

A história se passa entre dois casais com opiniões antagônicas a respeito da biotecnologia. A intenção explícita do texto, acentua a atriz, é mesmo a de alertar.

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    24/09/2003 0h00

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    DNA, de Thiago Santiago e Leila Oda, tem direção de Bibi Ferreira e, além de Ittala, apresenta no elenco Werner Schünemann, Othon Bastos, Claudia Alencar, Rita Guedes, Guilherme Leme, Daniel Marinho e Rei Lima. As relações humanas compõem o tema central do espetáculo, que se desenvolve discutindo um dos temas mais urgentes da atualidade: os programas científicos de alimentos geneticamente modificados.

    Para Ittala, está mais do que na hora de se estender essa discussão à sociedade. “Já perdemos o direito à informática porque a ditadura não nos consultou”, acusa, “e o medo é perder o trem do futuro novamente. Agora que vivemos numa democracia, é preciso colocar, com toda clareza, o que o Brasil pode fazer com a biotecnologia.”

    Tema controverso, bem sabe a atriz, que entende o fato de mudanças científicas trazerem um certo receio da população. “Por isso é preciso dialogar, para não ficarmos no obscurantismo”, conclui. “Se Bush tivesse ouvido a ONU, teríamos paz hoje.”

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