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Alcione ao vivo em CD e DVD

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No ano passado, quando gravou seu primeiro disco ao vivo, Alcione queria apenas comemorar os 30 anos de carreira, com mais de uma dezena de sucessos lançados na sua potente voz. Deu tão certo que vendeu meio milhão de discos, em um ano que a indústria fonográfica sofreu com a crise econômica, o alto preço do disco e a pirataria. Agora, ela repete a dose. No ano passado, gravou no Olimpo, no Rio de Janeiro, um novo show que sai agora em disco – e brevemente em DVD –, com 100 mil unidades já encomendadas. Para comemorar, ela se apresenta amanhã no Olympia, em São Paulo, e vai para o Canecão, no Rio, no fim de semana.

A receita de Alcione ao Vivo 2 é a mesma do primeiro incrementada com convidados. Lá estão os sucessos de seus 31 anos de carreira (Não Deixe o Samba Morrer, Gostoso Veneno, Ou Ela ou Eu etc.) em arranjos que dão espaço para o público soltar a voz. Mas há também sucessos de outros, como Retalhos de Cetim (hit dos anos 70, do hoje esquecido Benito di Paula); músicas do Maranhão (Tambor de Crioula e Cajueiro Velho, do início de sua carreira), além de inéditas no gênero dor-de-cotovelo (Quando Você Quiser, O Mundo É de Nós Dois e Serei sempre Tua).

Alcione chamou ainda Jamelão, patriarca dos cantores da noite e também da sua Mangueira, para participar do show. “Sempre quis cantar com ele, mas tinha medo de ganhar um não. Quando criei coragem, foi essa maravilha”, conta ela. Os dois cantam Lupicínio Rodrigues (Nunca e Vingança), do repertório dele, mas que eram lacunas na carreira de Alcione, e completam com o samba da Mangueira de 2003, Os Dez Mandamentos – um dos mais fracos da verde-e-rosa, que nem todo amor que ambos têm pela escola, somado à competência vocal da dupla, consegue salvar. “Todo ano gravo o samba da Mangueira. Não saio mais no carnaval, mas continuo na escola, nunca vou sair de lá”, avisa a cantora.

A melhor surpresa do disco vem logo depois, numa homenagem a dona Zica, viúva de Cartola e matriarca da Mangueira morta este ano. Só com seu trompete e surdo, Alcione canta As Rosas Não Falam com tanto sentimento que o público ouve, quase até o fim, em silêncio, deixando fluir toda a emoção e técnica que essa música exige. Alcione começou sua carreira, no fim dos anos 60, tocando trompete em boates de Copacabana (Rio), mas deixou o instrumento de lado quando começou a fazer sucesso como cantora. “Era o que eu queria, mas as pessoas começaram a condicionar minha participação em shows e programas de televisão ao trompete. Então, deixei-o de lado”, conta, com modéstia. “Meu trompete dá para o gasto, mas nunca seria tão boa nele como sou como cantora.” O disco termina com o dueto de Alcione e Maria Bethânia em Ternura Antiga, de Dolores Duran, compositora pré-bossa nova. Sonho gravar um disco só com músicas dela, mas desta vez eu queria cantar O Meu Amor, do Chico Buarque, com a Bethânia. Ela sugeriu Ternura Antiga, que é a nossa cara”, comenta. A faixa é a única gravada em estúdio. Mas vale lembrar que Alcione não costuma corrigir seus discos ao vivo.

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No ano passado, quando gravou seu primeiro disco ao vivo, Alcione queria apenas comemorar os 30 anos de carreira, com mais de uma dezena de sucessos lançados na sua potente voz. Deu tão certo que vendeu meio milhão de discos, em um ano que a indústria fonográfica sofreu com a crise econômica, o alto preço do disco e a pirataria. Agora, ela repete a dose. No ano passado, gravou no Olimpo, no Rio de Janeiro, um novo show que sai agora em disco – e brevemente em DVD –, com 100 mil unidades já encomendadas. Para comemorar, ela se apresenta amanhã no Olympia, em São Paulo, e vai para o Canecão, no Rio, no fim de semana.

A receita de Alcione ao Vivo 2 é a mesma do primeiro incrementada com convidados. Lá estão os sucessos de seus 31 anos de carreira (Não Deixe o Samba Morrer, Gostoso Veneno, Ou Ela ou Eu etc.) em arranjos que dão espaço para o público soltar a voz. Mas há também sucessos de outros, como Retalhos de Cetim (hit dos anos 70, do hoje esquecido Benito di Paula); músicas do Maranhão (Tambor de Crioula e Cajueiro Velho, do início de sua carreira), além de inéditas no gênero dor-de-cotovelo (Quando Você Quiser, O Mundo É de Nós Dois e Serei sempre Tua).

Alcione chamou ainda Jamelão, patriarca dos cantores da noite e também da sua Mangueira, para participar do show. “Sempre quis cantar com ele, mas tinha medo de ganhar um não. Quando criei coragem, foi essa maravilha”, conta ela. Os dois cantam Lupicínio Rodrigues (Nunca e Vingança), do repertório dele, mas que eram lacunas na carreira de Alcione, e completam com o samba da Mangueira de 2003, Os Dez Mandamentos – um dos mais fracos da verde-e-rosa, que nem todo amor que ambos têm pela escola, somado à competência vocal da dupla, consegue salvar. “Todo ano gravo o samba da Mangueira. Não saio mais no carnaval, mas continuo na escola, nunca vou sair de lá”, avisa a cantora.

A melhor surpresa do disco vem logo depois, numa homenagem a dona Zica, viúva de Cartola e matriarca da Mangueira morta este ano. Só com seu trompete e surdo, Alcione canta As Rosas Não Falam com tanto sentimento que o público ouve, quase até o fim, em silêncio, deixando fluir toda a emoção e técnica que essa música exige. Alcione começou sua carreira, no fim dos anos 60, tocando trompete em boates de Copacabana (Rio), mas deixou o instrumento de lado quando começou a fazer sucesso como cantora. “Era o que eu queria, mas as pessoas começaram a condicionar minha participação em shows e programas de televisão ao trompete. Então, deixei-o de lado”, conta, com modéstia. “Meu trompete dá para o gasto, mas nunca seria tão boa nele como sou como cantora.” O disco termina com o dueto de Alcione e Maria Bethânia em Ternura Antiga, de Dolores Duran, compositora pré-bossa nova. Sonho gravar um disco só com músicas dela, mas desta vez eu queria cantar O Meu Amor, do Chico Buarque, com a Bethânia. Ela sugeriu Ternura Antiga, que é a nossa cara”, comenta. A faixa é a única gravada em estúdio. Mas vale lembrar que Alcione não costuma corrigir seus discos ao vivo.

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