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Saúde

Hospital de Base capacita equipes para reconhecer sinais cardíacos

Treinamento reuniu profissionais de saúde e estudantes para reforçar a identificação rápida de sintomas e a condução adequada de casos suspeitos.

Redação Jornal de Brasília

19/05/2026 14h01

Foto: Divulgação/IgesDF

Foto: Divulgação/IgesDF

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) promoveu uma capacitação voltada ao reconhecimento e manejo de pacientes com sintomas cardíacos. A atividade reuniu profissionais de saúde e estudantes universitários em um treinamento sobre sinais de alerta, classificação de risco e condução adequada dos atendimentos.

Durante a capacitação, realizada na segunda-feira (18), o enfermeiro administrativo da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), Maxsuel Dias, destacou que dor, pressão ou desconforto no peito podem ter diferentes causas, incluindo emergências cardíacas que exigem atendimento imediato. Segundo ele, a atenção aos sintomas é fundamental, especialmente porque muitas pessoas tendem a normalizar a dor ou não conseguem identificar com clareza a origem do desconforto.

Maxsuel explicou que a primeira avaliação inclui exames como eletrocardiograma e raio-x, que ajudam a identificar alterações cardíacas e possíveis sinais de infarto. A confirmação do diagnóstico ocorre na sequência, por meio de exames laboratoriais. Entre os sinais mais comuns, citou dor ou pressão no peito, desconforto que pode se espalhar para o braço e a mandíbula, falta de ar, náusea e palpitações.

Ele também alertou que, em alguns casos, os sintomas aparecem dias antes da busca por atendimento, o que pode dificultar a recuperação e aumentar o risco de sequelas. Para o enfermeiro, a velocidade no atendimento e no diagnóstico é essencial para salvar vidas.

A capacitação foi realizada pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep), com apoio do Núcleo de Tecnologias Educacionais (Nuted), ligados à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A estudante do curso técnico de enfermagem Franciane Aparecida afirmou que a atividade trouxe mais segurança para atuar em situações de emergência e reconhecer situações de risco.

Com informações do IgesDF

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