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Saúde

Ação na Praça do Buriti reforça doação de sangue no DF

Mobilização da campanha Junho Vermelho reuniu coleta, atividades educativas e participação de servidores e garis. Estoques do Hemocentro seguem em nível razoável, mas a doação contínua é considerada fundamental.

Redação Jornal de Brasília

09/06/2026 13h42

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O primeiro-cavalheiro Fabrício Faleiro contou que a família sempre doou sangue e ressaltou a importância de a população manter esse hábito regularmente | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

A Praça do Buriti recebeu, nesta terça-feira (9), uma ação de doação de sangue dentro da campanha Junho Vermelho, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília. A iniciativa, chamada GDF Sangue Bom, contou com apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) e seguiu ao longo do dia, com programação voltada à mobilização da população.

A atividade reuniu coleta de sangue feita pela equipe do Hemocentro de Brasília, ações educativas, atividades de conscientização, cidadania e mobilização social. Também participou o Gari Sangue Bom, evento que reuniu 36 garis do Distrito Federal para doar sangue.

A governadora Celina Leão afirmou que a campanha passa a ser uma ação institucional permanente do GDF, com iniciativas ao longo de todo o ano. Segundo ela, também estão previstas outras ações coordenadas pela Ceiis, incluindo um trabalho de acolhimento para pessoas em situação de rua, em parceria com o gabinete do primeiro-cavalheiro.

Coordenador da iniciativa e à frente da Ceiis, o primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro, disse que doar sangue sempre foi tradição em sua família e destacou a importância de incentivar a população a manter o hábito regularmente.

O presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osney Okumoto, informou que os estoques de sangue do DF estão em nível considerado razoável, mas reforçou a necessidade de mantê-los abastecidos para atender aos 17 hospitais públicos que recebem o sangue coletado. Ele destacou ainda a importância da doação contínua, especialmente por causa das plaquetas, que têm validade de apenas cinco dias.

A programação também teve a presença do Garizinho, personagem educativo do SLU, e apresentações do Teatro do Detran, com atividades lúdicas e interativas voltadas a crianças, jovens e adultos.

Para doar sangue, é necessário apresentar documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos — com autorização do responsável no caso de menores de idade —, estar bem alimentado e em boas condições de saúde. O Hemocentro orienta que pessoas com sintomas de doenças respiratórias ou febre aguardem a recuperação antes da doação, por conta de inaptidão temporária e do risco de transmissão aos pacientes.

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