Tainá Morais
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A casa do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz virou palco de grande movimentação na manhã desta quinta-feira (26). Políticos, amigos e familiares chegam ao local para prestar solidariedade e dar força aos familiares do ex-gestor da capital federal. Roriz faleceu às 7h50 desta quinta-feira (27), no Hospital Brasília, no Lago Sul.
Por volta das 11h20, a candidata ao GDF, Eliana Pedrosa, chegou à casa do ex-governador bastante abalada. Segundo ela, a morte de Roriz representa uma grande perda para a capital. “Se Brasília é o que é, várias cidades construídas, grandes obras… Ele fez sem perder o olhar humano, sem perder o sentimento de governar por amor. É uma grande perda”, lamenta.
Por volta das 10h, o médico Brasil Ramos Caiado esteve no local para prestar mais esclarecimentos sobre o que realmente causou a morte de Roriz. “Ele teve um uma pneumonia por broncoaspiração, o que causou essa infecção. A saúde do ex-governador oscilou muito em 30 dias e houve uma piora no quadro de saúde dele”, explicou o profissional, que acompanha a família Roriz há 25 anos.
O sobrinho de Joaquim, Dedé Roriz conversou com a imprensa e informou que sua tia, Weslyan Roriz ,está bastante arrasada. “Já era de se esperar a reação, até porque ela esteve ao lado dele, incansavelmente, todos os dias, até o último”, afirmou.
Memorial JK
O corpo de Roriz será velado no Memorial JK, a partir das 15h desta quinta-feira (27). A escolha do local partiu da ex-primeira-dama, Weslian Roriz, segundo Dedé. “É uma questão simbólica, porque JK foi quem construiu a cidade e, a partir disso, sabemos que depois de JK, Joaquim Roriz consolidou o Distrito Federal. Por isso, temos uma proximidade significativa com JK”, afirma.
O sepultamento está marcado para as 11h de sexta-feira (28), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Antes, às 10h, haverá Culto Ecumênico no memorial.