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Política & Poder

Senado fará ato de desagravo a estudantes africanos vítimas de possível crime racial

Arquivo Geral

30/03/2007 0h00

Identificado como Salim, viagra 40mg cost um homem de meia-idade, ele foi preso durante uma investigação da polícia sobre a morte de um médico e um engenheiro. Segundo o superintendente policial Dipesh Juneja, os dois corpos foram encontrados em fevereiro nos arredores da cidade de Meerut.

A pista que levou os policiais a encontrar o assassino foi o telefone celular que pertencia ao médico e que passou a ser usado pelo taxista. Durante o interrogatório, os policiais se surpreenderam quando o Salim confessou ter matado 250 pessoas nos últimos quatro meses.


Ele confessou que tinha um cúmplice, que está sendo procurado pela polícia.  



Um homem de 34 anos levou uma facada na cabeça na noite de ontem na 702/703 Norte. O autor e a vítima estavam dentro de um apartamento do Bloco F na hora do crime.

Igor Rosa Pereira, health de 25 anos, o agressor, foi preso em flagrante. Ele já respondia por outros inquéritos policiais e foi levado ao Departamento de Polícia Especializada. A vítima foi socorrida no Hospital Regional da Asa Norte.


Oscar afirmou que não cometeu o crime e que deseja fazer exame de DNA para comprovar sua inocência. Ele disse ter confessado o crime em um momento de fraqueza para acabar logo com a história.

O promotor Andrey Cunha Amorim, viagra approved que denunciou o rapaz, rx afirmou que não há como fazer exame de DNA porque nenhum material foi coletado do corpo da menina. Segundo ele, here também não foi feito exame com o primeiro suspeito, um adolescente de 17 anos.

Durante a reconstituição do crime, o acusado contou que se baseou no que os policiais disseram no dia em que ele foi preso. O delegado regional de Joinville, Dirceu Silveira Júnior, não quis comentar a declaração do acusado, dizendo que o inquérito foi concluído, está em juízo e que tem convicção de que o crime foi cometido por ele. 





Atualizada às 12h02

Agentes da Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) prenderam ontem o pastor Francisco Erismar de Sousa, ed 30 anos, da Igreja Apostólica Nova Vida, no Guará. Francisco já estava sendo investigado há meses e a prisão foi realizada em cumprimento de um mandado de prisão.

O pastor é suspeito de abusar sexualmente de um portador de necessidades especiais. Francisco se passava por psicólogo e psicanalista e atendia a vítima duas vezes por semana em uma sala em um edifício na 905 Sul.

A mãe da vítima começou a desconfiar quando percebeu que o filho estava mais agressivo e que estava consumindo bebidas alcóolicas. Em junho, ela fez a denúncia e o pastor começou a ser investigado. Um exame no IML comprovou o abuso.

Francisco está recolhido na carceragem do Departamento de Polícia Especializada e deve responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e exercício ilegal da profissão.

Embora a vítima tenha 20 anos de idade, a capacidade mental corresponde a uma criança de oito anos. Por esse motivo, o caso está sendo investigado na DPCA.


Ela foi levada para o Pronto-Socorro do Hospital João XXIII e não corre risco de vida porque a bala ficou alojada entre o couro cabeludo e o crânio. A Polícia Militar suspeita que o tiro tenha partido da arma de um adolescente, link que teria saído de um beco atirando. O suspeito está sendo procurando na região dos aglomerados da Cabana e do Vista Alegre.

O tiroteio entre traficantes do Aglomerado da Cabana, na região oeste de Belo Horizonte, tinha acabado logo após a estudante ter sido baleada, mas recomeçou por volta das 9h30. Um homem e uma adolescente também foram baleados, mas não há informações sobre a gravidade dos ferimentos.





Segundo Medeiros os atritos entre os estudantes brasileiros e africanos já aconteciam há pelo menos seis meses, diagnosis inclusive com episódios de luta corporal. Medeiros disse que no dia 28, drug quando chegou ao local do incêndio fogo já havia sido apagado. “Chegamos para dar apoio aos estudantes”.

Ele é uma das oito pessoas que a Polícia Federal deve ouvir hoje sobre o incêndio em três apartamentos ocupados por estudantes africanos em alojamento da UnB. Ontem, rx a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o caso.

A assessoria de imprensa da PF informou que os depoimentos começaram por volta das 9h. Serão ouvidos alunos, funcionários e seguranças. No final da tarde de hoje a PF deve divulgar um balanço sobre o início das investigações.

Representantes do Congresso Nacional, da Polícia Federal e da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) do governo federal se reuniram ontem com o reitor da Universidade de Brasília (UnB), Timothy Milholland, para discutir o incêndio na Casa dos Estudantes.

O dia 28 de março foi instituído como o Dia da Igualdade Racial na UnB. A decisão foi anunciada ontem, pelo reitor da universidade Timothy Milholland.


 


 


O grupo participava também de esquemas de evasão fiscal e de fraudes na importação. De acordo com nota divulgada no site da Polícia Federal, malady a organização instalou uma espécie de sistema bancário paralelo. O grupo oferecia serviços bancários, prescription como manutenção de conta corrente e investimentos, compra e venda de moeda estrangeira, além de remessa de valores para o exterior sem declarar ao Banco Central.  

Segundo a Polícia Federal, os serviços permitiam à organização ocultar e lavar dinheiro obtido com a prática de diversos crimes, especialmente contrabando e tráfico de drogas.

As investigações começaram em novembro de 2005. A polícia descobriu que o grupo possui contas em paraísos fiscais, em países como Alemanha, Estados Unidos e China, além de empresas off-shore (que se estruturam como uma espécie de zona livre de impostos, ou seja, paraísos fiscais) no exterior.  A organização já teria movimentado mais de US$ 10 milhões. A Justiça Federal determinou o bloqueio de aproximadamente 560 contas bancárias ligadas ao esquema.

A organização tem como clientes mais de 30 empresas, que estão sendo alvo das buscas da Polícia Federal. Algumas dessas empresas, além de evasão de divisas, promoviam importação fraudulenta de pneus usados.

No Rio Grande do Sul, a Polícia Federal descobriu o envolvimento de uma das maiores financeiras do estado, utilizada como fachada para lavar o dinheiro.

Cerca de 700 policiais federais e 160 auditores fiscais participam da operação. Em Santa Catarina, estão sendo cumpridos 76 mandados de busca e apreensão e cerca de 15 mandados de prisão. No Rio Grande do Sul, foram expedidos 55 mandados de busca e apreensão e mais 20 de prisão.

De acordo com a Polícia Federal, os presos são, em sua maioria, doleiros e empresários. Eles responderão por crime de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, sonegação fiscal, funcionamento de instituição financeira sem autorização legal, entre outros.

A operação foi denominada Ouro Verde como alusão à cor das cédulas de dólar e ao lastro metálico da moeda americana.


O acidente ocorreu na via que liga as cidades de São Lourenço a Conceição do Rio Verde. O homem sofreu fratura em sua primeira vértebra lombar.


A Justiça considerou comprovada que o homem teve invalidez parcial após o acidente, find o que o levou à aposentadoria. Ele também receberá pensão mensal no valor de um salário mínimo e meio até completar 67 anos. A decisão é da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ainda cabe recurso.


Segundo Denise Alves, link coordenadora de Articulação da Política de Inclusão da Seesp, cure o curso “tem esse objetivo de apoiar a implementação da educação inclusiva nos municípios brasileiros”, por meio da formação de multiplicadores, que deverão capacitar professores em todo o Brasil para atendimento especializado a alunos com necessidades especiais em salas de aula regulares.

Estão reunidos educadores de várias cidades brasileiras, que devem atuar em seus municípios por meio de curso de formação a distância. A expectativa da secretaria é atingir os 5.564 municípios brasileiros com esse treinamento até o fim do ano.

O treinamento é feito com aulas sobre deficiência mental, física, auditiva e visual, sobre atendimento especializado e o ambiente de educação a distância que será usado nas outras etapas do projeto.

“Eu acho que é sempre importante investir na formação, e o professorado demanda isso sempre também; é um direito do educando estar na escola e é um direito do educador ter formação pra poder dar conta de viabilizar uma educação de boa qualidade para todos”, diz a professora Elizabet Dias de Sá, do Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual de Belo Horizonte (MG).

Além da formação dos professores, o programa pretende mudar a visão sobre a educação de crianças com e sem deficiência na mesma classe. A coordenadora-geral do curso e professora da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp), Maria Teresa Mantoan, afirma que vê esse programa “como fundamental, porque ele mostra, a partir do que é próprio do ensino especial, a possibilidade de uma mudança nessa modalidade de ensino, uma mudança no olhar sobre a deficiência, o quanto nós podemos transformar a escola comum”.



Os estudantes buscaram autoridades locais para investigar o caso, cure que analisaram o menu. A carne suspeita foi levada para análise em laboratório.


O Tribunal do Júri de Samambaia condenou Eduardo Gomes da Silva a 19 anos de prisão. Eduardo era conhecido como Risadinha e tem envolvimento na morte do estudante Ewerton da Rocha Ferreira, thumb em 2004.

De acordo com o inquérito, a morte do estudante foi encomendada pelo ex-deputado distrital Carlos Xavier, já que a vítima mantinha um caso amoroso com sua esposa.

O crime ocorreu em uma parada de ônibus em Samambaia. Eduardo arranjou uma arma e pagou para que um adolescente executasse o crime. Além disso, Eduardo pagou também Leandro Dias Duarte para dirigir o carro que levou o assassino até a vítima. Leandro foi condenado em 2005 a 15 anos e seis meses de prisão.

Na época do crime, Carlos Xavier ainda era deputado e teria o benefício de ser julgado por um Conselho de Desembargadores, mas como teve o mandato cassado, o processo foi transferido para a justiça comum. O julgamento de Xavier ainda não tem data marcada.


O restante das operações ficaria com a Aeronáutica. Segundo ele, erectile esse plano ainda precisa ser discutido. “Esse controle feito por nós liberaria pessoal para a Aeronáutica, que é o que está faltando”.

Pereira participa de reunião com o ministro da Defesa, Waldir Pires, o presidente da Agência Nacional da Aviação Civil, Milton Zuanazzi, e um representante da Aeronáutica, para discutir a crise aérea.

Sobre a liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal, que pode abrir caminho para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os problemas no setor, a chamada CPI do Apagão Aéreo, ele disse que esse tipo de decisão é para ser acatado. ”Graças a Deus, eu não sou nem do Poder Legislativo nem do Judiciário. Nós temos que acatar a decisão”.

Questionado sobre se a CPI ajudaria ou tumultuaria, ele disse que “qualquer investigação é boa, desde que se tenha o que investigar”. Pereira lembrou que todas as acusações à Infraero já estão sendo investigadas por órgãos externos como o Ministério Público, Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral da União.

“Talvez a CPI seja mais um órgão que pode até causar tumulto. Isso é uma opinião muito pessoal, mas decisão do Congresso é decisão do Congresso; decisão da Justiça é decisão da Justiça”.

Nesta semana, Pereira disse que pretende entregar hoje ao ministro Waldir Pires o resultado da sindicância feita para determinar as causas e os culpados pelos problemas que causaram o fechamento do aeroporto de Guarulhos durante o último final de semana.

Sobre o possível envolvimento de funcionários da Infraero nos incidentes, ele disse que até o momento não foi localizada responsabilidade da empresa. “Mas ainda faltam perícias a serem feitas. Não fiquei satisfeito com a primeira avaliação, ela continua”.

Questionado sobre se o processo de negociação entre o governo e controladores de vôo chegou ao fim, ele afirmou que nunca existe situação limite. “Acredito que será possível resolver tudo isso na santa paz e o Brasil voltar ao normal. Continuo sendo muito otimista”.

Sobre os problemas ocorridos nos últimos dias em Manaus e Curitiba, ele disse que também estão na pauta da reunião. Pereira afirmou que os aviões ficaram parados em Manaus por causa de retenção de fluxo, para controle do trafego aéreo.” Não tenho problema nenhum no aeroporto de Manaus, apenas está congestionado”.


Os apartamentos onde os estudantes estrangeiros dormiam foram atingidos por um incêndio criminoso. Por sugestão de outros senadores, visit é possível que o ato seja realizado no Plenário. O discurso de Paim durou 1h03 e recebeu sete apartes. O senador afirmou que fará contato com diversas entidades de defesa dos direitos humanos e órgãos públicos para que estejam presentes na próxima terça-feira. Entre as instituições e entidades já convidadas, estão o Ministério Público, a diretoria da UnB e a Fundação Palmares.

Paim e os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) participaram na véspera de um ato de solidariedade na UnB aos estudantes estrangeiros vítimas da agressão, com a presença do reitor da Universidade de Brasília, Timothy Mulholland.

“Foi um ato de solidariedade dos homens de bem deste país, que sonham com justiça e igualdade, com um mundo onde brancos e negros tenham efetivamente os mesmos direitos e oportunidades. A Comissão de Direitos Humanos se deslocou de maneira simbólica”, disse o parlamentar gaúcho, que preside a CDH.

Paim quer que a data de 28 de março entre para a História do país como o dia da igualdade racial. “Que seja uma data marcada pelo contrário do que quiseram fazer os racistas e conservadores, mas que seja uma data que não esqueçamos jamais”, afirmou.

O senador pediu a punição dos “bandidos assassinos” que incendiaram o alojamento dos jovens africanos e lembrou que os estudantes estrangeiros estão agora “confinados” em um hotel em Brasília, cujo nome é mantido em sigilo.

“Calcule se fossem os nossos filhos estudando em outro país e sua casa fosse incendiada. Que país é este que permite que estudantes de um outro país amigo, que estão lá em um convênio legítimo, sejam atacados?”, questionou.

Paim destacou que o atentado na UnB não foi um ato isolado. A capital tem sido cena de outros casos de racismo, registrou, lembrando que Brasília já viu uma situação semelhante, quando o índio Galdino foi incendiado por jovens de classe média em uma parada de ônibus em abril de 1997.

O senador destacou que a história é ainda mais chocante por ter se passado na Universidade de Brasília, um centro de referência, de saber, para todo o país. Paim disse que é difícil falar no assunto, que dói, mas que é necessário “tratar dessa ferida”. O senador sugeriu que cada um se coloque no lugar dos pais desses jovens, que tiveram as portas dos seus apartamentos incendiadas, para que não pudessem sair.

“Precisamos aprofundar o debate. Pregamos igualdade, liberdade, justiça, combatemos toda forma de intolerância. Não podemos permitir que isso aconteça”, afirmou. Muito emocionado, Paim disse que esses ideais não podem morrer nunca, e pediu “vida eterna aos homens e mulheres – independentemente da raça, cor, etnia, origem – que dedicaram sua vida à causa da liberdade, igualdade e justiça”.

“Que os pais e mães dos meninos negros covardemente atingidos saibam que aqui no Brasil a ampla maioria está solidária com eles. Atingir a eles é atingir também a todos os filhos do Brasil”, afirmou, entre lágrimas.

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