O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, atacou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (13), mais precisamente o ministro Celso de Mello. “Ele quer mostrar que a toga é mais forte do que o fuzil. É um desafio que ele está fazendo aos militares, tentando humilhá-los.”
Em entrevista à Rádio Gaúcha, Jefferson disse que se Jair Bolsonaro interferiu politicamente na Polícia Federal, “era um direito dele”.
Jefferson defendeu o que chamou de “ação cirúrgica” no STF, com a demissão dos 11 ministros. Ele também falou em “contra-golpe” no Supremo. O ex-deputado também disse que “é preciso uma reação agora”, “com Bolsonaro à frente”, “uma reação de força”, porque “só se detém um golpe pela força”.
“Eles [os ministros do STF] estudaram Mao Tsé-Tung. Então, todos eles sabem que o poder não inicia na toga. O poder inicia no cano do fuzil. Só que eles estão desafiando o que eles aprenderam na escola de progressista.”
O ex-deputado afirmou, ainda, que Alexandre de Moraes “era ministro [ele quis dizer advogado] do PCC”.