Amanda Costa
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O almoço de inauguração da sede regional do PHS, no Lago Sul, acabou se tornando palco de uma reunião informal do Conselho de Governo. Enquanto saboreavam o cardápio, presidentes de partidos, secretários de Estado, distritais e administradores discutiram o cenário político e ouviram do vice-governador, Tadeu Filippelli, que precisavam estar unidos em torno do projeto da atual gestão, sem que houvesse hegemonia de qualquer um dos 18 partidos da base. Porque, conforme frisou, o governo é de coalizão.
“Todos os partidos têm a mesma importância na montagem dessa aliança. Para que seja duradoura, tem que se admitir ponderações. A busca por hegemonia não é recomendada”, advertiu Filippelli. O vice reforçou ainda que “ganha a eleição quem agrega mais” e que a meta é avançar mais, sem deixar de lado os antigos parceiros.
O vice-governador fez uma avaliação dos avanços conquistados pelo GDF, com o apoio da base, e relembrou as críticas de adversários políticos. “Desde o primeiro momento que falamos que essa aliança seria construída, os nossos adversários não acreditaram. E agora até ampliamos a nossa base. Completamos um ano, em meio a dificuldades administrativas, algumas políticas, mas com uma unidade inquestionável”, comemorou.
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