
Quem garante é o presidente regional do PSD, Rogério Rosso: o partido não sofrerá uma debandada nas semanas que faltam para terminar o prazo de filiação a quem disputará as eleições do ano que vem. Os quatro distritais do partido sabem que não há possibilidade, como está, para todos se reelegerem. A legenda não terá votos suficientespara ocupar quatro cadeiras.
Com isso, o partido pode ter problemas não só para ganhar cargos majoritários, mas até para manter sua fatia do Legislativo. A disputa começa por quem será cabeça de chapa para a disputa ao Buriti. Dois nomes são cotados: Liliane Roriz e Eliana Pedrosa, que buscam apoio para viabilizar suas candidaturas.
Para a Câmara
Washington Mesquita e Celina Leão pretendem se reeleger. Sem Eliana e Liliane, é improvável que o partido consiga sequer duas cadeiras. Celina já falou sobre sua insatisfação e possível saída do partido.
Para o presidente do PSD, Rogério Rosso, o futuro do partido pode não ser tão complicado e, em tom otimista, acredita no crescimento da legenda para a próxima eleição.
“Temos nomes importantes e dois deles, inclusive, já se colocaram à disposição para cargos majoritários, caso das deputadas Liliane e Eliana. Alguns nomes vão galgar outros cargos e dependendo das alianças terão chances ainda maiores de se eleger”, prevê Rosso.
O presidente do PSD afirma que há espaço para todos. “Espero que mantenhamos nossos parlamentares. Ao contrário do que pensam, temos recebido importantes filiações”, conta.
Alianças
Para Rosso, as alianças que deverão ser firmadas determinarão o tamanho do crescimento da legenda no próximo pleito. “Estamos colocando nossos nomes à disposição”, diz.