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Política & Poder

Guerra batalha para levar o Novo ao GDF

Arquivo Geral

18/09/2018 7h00

Atualizada 17/09/2018 22h48

Jorge Eduardo Antunes
jorge.antunes@grupojbr.com

Brasiliense de nascimento e herdeiro da rede Giraffas, Alexandre Guerra tenta, aos 37 anos, seu primeiro voo eleitoral com um desafio duplo e ambicioso: fazer seu partido, o Novo, crescer e eleger-se governador. Com toda a vida profissional desenvolvida na iniciativa privada, o empresário é o segundo candidato a ter seu programa de governo analisado pela parceria Conselho Federal de Administração (CFA)-Jornal de Brasília. Pela ordem alfabética, amanhã será a vez de Antônio Guillen, do PSTU.

Advogado de formação, Guerra começou a carreira na rede de lanchonetes do pai em 1998, aos 17 anos, participando da expansão da empresa, que saltou de 40 unidades para 450 em 20 anos. Hoje, a companhia fatura cerca de R$ 800 milhões anuais e é um dos mais fortes concorrentes de redes de fast food internacionais que operam no País.

O candidato chegou a ser CEO da rede entre 2012 e 2015. Também presidiu o Instituto Food Service Brasil (IFB), que representa as 40 maiores empresas do setor de alimentação fora do lar. A vontade se ser político, segundo ele, ocorreu porque, como brasiliense, viu sua vida se desenvolver muito bem, mas o mesmo não aconteceu com a cidade. “Senti um chamado forte, me afastei de tudo que venho construindo por todos esses anos, mudei a rotina da minha família e hoje dou o meu máximo pelo Novo, para mostrar que podemos fazer uma nova política”, afirma.

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