A mulher que morreu na quarta-feira no atentado a bomba perto da estação de ônibus de Jerusalém era uma turista britânica de 56 anos, informou a imprensa local nesta quinta.
As autoridades israelenses não permitiram que fosse publicado o nome da vítima do atentado, no qual ficaram feridas cerca de 40 pessoas, indicou o serviço de notícias “Ynet”, que acrescentou que 12 dos feridos continuam hospitalizados.
A Polícia israelense mantém suas forças no nível de alerta máximo, reforçou o número de agentes em Jerusalém e em seus arredores e realiza operações no país para encontrar os culpados, informou a rádio pública.
O atentado ocorreu na quarta-feira às 15h da hora local (9h de Brasília) entre o centro de convenções e congressos de Jerusalém, Binyanei Hauma, e a estação central de ônibus da cidade, um local pelo qual transitam milhares de pessoas todos os dias.
A carga explosiva, que pesava entre um e dois quilos, estava escondida dentro de uma bolsa junto a uma cabine telefônica e dois ônibus cheios de passageiros.
Nenhum grupo palestino reivindicou a autoria do ataque.
A comunidade internacional condenou duramente o atentado, o primeiro a bomba ocorrido em Jerusalém em sete anos, o que despertou entre a população israelense o fantasma da segunda intifada palestina.