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Tribunal francês rejeita suspensão do site da Shein

Tribunal de Paris considerou desproporcional o bloqueio da plataforma após retirada de produtos ilegais, mas impôs exigências para evitar novas infrações

Redação Jornal de Brasília

19/12/2025 14h21

Foto: Dimitar Dilkoff/AFP

Foto: Dimitar Dilkoff/AFP

Um tribunal francês rejeitou, nesta sexta-feira (19), a petição do Estado de suspender o site da Shein na França por considerá-la “desproporcional”, depois que a gigante asiática do comércio online retirou os produtos ilícitos que eram vendidos em sua plataforma.

As autoridades francesas solicitaram o bloqueio de três meses do site da empresa de fast-fashion após descobrirem anúncios de venda de armas, medicamentos proibidos e bonecas sexuais com aparência infantil.

Além disso, as autoridades solicitaram que a plataforma só pudesse reabrir se aplicasse medidas para evitar que as infrações se repetissem.

O tribunal judiciário de Paris reconheceu “um grave prejuízo à ordem pública” mas considerou que a venda dos produtos em questão foi algo “pontual” e destacou que a Shein havia retirado os produtos.

No entanto, o tribunal emitiu uma “instrução” à Shein para que não retomasse a venda de “produtos sexuais que possam constituir conteúdo pornográfico sem implementar medidas de verificação de idade”.

AFP

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