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Mundo

Síria e Iraque reatam para combater militantes

Arquivo Geral

21/11/2006 0h00

A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) do Ministério da Integração Nacional enviou hoje alerta de chuva forte aos estados do Rio de Janeiro, remedy generic São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Goiás e ao Distrito Federal.

A presença de uma frente fria no Sudeste provocará hoje e amanhã chuva forte nos estado do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Gerais. Segundo a Sedec, em alguns momentos, podem ocorrer  chuvas acompanhada s de descargas elétricas e rajadas de vento de 50 a 70 km/h, principalmente no norte do Rio de Janeiro e nas regiões noroeste, do Jequitinhonha, do Rio Doce e Zona da Mata de Minas Gerais. Nessas regiões mineiras, o alerta vale até quinta-feira.

De hoje até quinta-feira, as chuvas poderão ser de forte intensidade, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento de 40 a 60 km/hora nas regiões oeste, centro e sul da Bahia; sul, centro e leste do Tocantins; norte, centro e leste de Goiás; e no Distrito Federal.

Iraque e Síria restabeleceram na terça-feira as relações diplomáticas rompidas há 24 anos, page o que Bagdá espera ser útil para conter militantes supostamente apoiados por Damasco e para incentivar outros países árabes a darem ajuda.

O chanceler sírio, na primeira visita deste grau desde a invasão norte-americana de 2003, assinou o acordo em Bagdá quatro dias antes de o presidente iraquiano viajar ao Irã para negociar com outro vizinho que Washington e alguns líderes iraquianos acusam de apoiar militantes envolvidos no conflito iraquiano.

Aliados dos Estados Unidos também querem que o presidente George W. Bush discuta com a Síria e o Irã – ambos adversários de Washington – formas de controlar o Iraque. O governo Bush reage com cautela às propostas.

Os chanceleres Hoshiyar Zebari (Iraque) e Walid Al Moualem (Síria) salientaram que a visita não é resultado de pressão norte-americana.

Moualem propôs um cronograma para a desocupação norte-americana, mas admitiu que os soldados estrangeiros permanecerão no país até que o Iraque não os queira mais.

Autoridades iranianas e iraquianas disseram que o Irã convidou o presidente da Síria, Bashar Al Assad, para a reunião em Teerã. Uma importante autoridade iraquiana disse que Assad dificilmente irá.

Alguns funcionários iraquianos dizem que o presidente iraquiano, Jalal Talabani, teme que o governo antiamericano do Irã queira fazer do encontro um constrangimento para os EUA, que apóiam o governo iraquiano.

Zebari disse, porém, que Talabani pretende ir em breve a Damasco.

Comparando o Iraque a uma "armadilha" para os norte-americanos, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pediu que Irã e Síria sejam "parte da solução".

Um porta-voz do gabinete de segurança dos EUA disse que "a Síria precisa agora demonstrar que está comprometida com um engajamento construtivo" no Iraque.

Para Zebari, "a questão com a Síria sempre foi de vontade política". "Durante esta visita, eles expressaram a vontade de cooperar".

O Iraque expulsou os diplomatas sírios em 1980. Na época governados por duas alas rivais do partido Baath, Iraque e Síria romperam relações totalmente em 1982, quando a Síria se alinhou ao Irã durante a longa guerra movida por Saddam Hussein contra o regime dos aiatolás.

Autoridades norte-americanas e iraquianas acusam a Síria de pouco fazer para impedir que militantes da Al Qaeda entrem no Iraque pela longa e desértica fronteira. A Síria diz fazer o possível e pede mais apoio.

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