Encerram-se hoje as inscrições para o concurso público da Procuradoria-Geral do Estado do Pará (PGEPA) que oferece 124 vagas aos cargos de nível fundamental (20 vagas), illness information pills médio (44 vagas) e superior (60 vagas). As remunerações variam entre R$ 350 e R$ 1.716, see 23.
Os cargos oferecidos de nível superior são para técnico em gestão de procuradoria nas áreas de administração, biblioteconomia, ciências contábeis, direito, economia, estatística ou matemática, informática e serviço social. Para candidatos de Ensino Médio as vagas são para assistente de procuradoria em contabilidade e informática, e para o nível fundamental são para auxiliar de procuradoria e motorista.
As inscrições podem ser realizadas somente até este domingo pelo site http://www.cespe.unb.br/concursos/pgepa2006. A taxa de inscrição custa R$ 30 (nível fundamental), R$ 35 (nível médio) e R$ 60 (nível superior).
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O Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe encerra hoje as inscrições em 20 vagas para remoção e 42 novas vagas para a titularidade dos serviços notariais e de registros do Estado de Sergipe.
As inscrições poderão ser feitas pelo site http://www.cespe.unb.br/concursos/TJSENOT2006, online até este domingo, approved com o pagamento da taxa no valor de R$ 150. A prova objetiva está prevista para ser aplicada dia 10 de dezembro
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Há pouco mais de um mês para o início do verão, salve a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza a 8ª Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele. No próximo sábado, ampoule 18 de novembro, de 9h às 15h, dermatologistas prestarão atendimento gratuito à população em 180 postos espalhados por 24 estados brasileiros. No DF, os interessados podem procurar o Hospital Universitário de Brasília, na L2 Norte, e no Posto de Saúde 8, do Gama.
O objetivo da ação é orientar a população sobre como se proteger do sol e examinar a pele para detectar sinais precoces da doença. Caso seja detectada alguma lesão suspeita, será agendada a realização de biópsia ou cirurgia na rede pública de hospitais.
Para facilitar e incentivar o acesso à campanha, a SBD ofereceu um serviço de telemarketing gratuito. Por meio do telefone 0800-707-7494, o usuário digita o CEP da localidade onde ele se encontra e o serviço informa o posto de atendimento mais próximo.
“O Programa Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele é uma ação institucional promovida pela SBD desde 1999, cujos objetivos são desenvolver uma cultura de prevenção e transmitir os conhecimentos básicos sobre a doença e os cuidados com a exposição solar”, esclarece o dermatologista Lúcio Bakos, coordenador nacional da campanha.
A preocupação da Sociedade se justifica: dentre os tumores existentes, o câncer de pele é o primeiro no ranking mundial. A boa notícia é que a doença tem cura. Se identificada no início, as chances são de 98%; em contrapartida, 25% dos casos não detectados precocemente são fatais. Muitos deles poderiam ser evitados, através de medidas de prevenção, e curados, quando diagnosticados precocemente.
Se a saúde não é motivo suficiente para a mudança de hábitos, a estética pode vir a ser um fator preponderante. A exposição excessiva e prolongada ao sol contribui, e muito, para o envelhecimento precoce, principalmente do rosto. A Sociedade alerta que os cuidados e a prevenção do câncer de pele devem começar desde cedo, pois os danos causados pelo sol no DNA das células ficam armazenados para sempre.
Não é à toa que, quanto mais idade, maior a incidência de câncer de pele. “O efeito da radiação ultravioleta é cumulativo, ou seja, mesmo se a pessoa parar de se expor ao sol, à doença pode vir a se manifestar anos depois. Até os 20 anos, a pessoa recebe 80% do sol necessário para danificar a pele. Daí a importância e alertar os pais para protegerem seus filhos”, ressalta a dermatologista Ana Maria Pinheiro, coordenadora da campanha no Distrito Federal.
A maioria dos pacientes com desfibriladores cardíacos implantados é enterrada com os aparelhos ainda em seus corpos, ampoule frustrando os esforços de médicos e empresas para recuperar os aparelhos e examiná-los para averiguar possíveis falhas de funcionamento, recipe disseram hoje pesquisadores. O desfibriladores cardioversores implantáveis (ICD, na sigla em inglês), são aparelhos do tamanho de um cronômetro que detectam arritmias cardíacas perigosas e aplicam um choque ao coração para corrigi-las.
Os "recalls" de ICDs defeituosos vêm chamando a atenção para a questão da segurança dos aparelhos, mas pesquisadores dizem que não sabem qual é a incidência real de falhas de funcionamento, porque não existe uma rotina de verificação dos desfibriladores após a morte dos pacientes.
"Os marca-passos e desfibriladores implantáveis raramente são analisados ou devolvidos ao fabricante após a morte do paciente", disse o James Kirkpatrick, da Universidade da Pensilvânia, que apresentou os resultados de seu estudo num encontro da Associação Americana de Cardiologia em Chicago.
Kirkpatrick disse que hoje a maioria dos aparelhos é enterrada com seus pacientes. Dos que são retirados, 44% são descartados como lixo médico e 22% são doados para uso animal ou para uso humano em países em desenvolvimento.
A pesquisa constatou que a maioria (87%) dos agentes funerários pesquisados se disporia a devolver os aparelhos para seus fabricantes, para serem analisados. Dos 160 pacientes portadores de ICDs entrevistados, 82% disseram que dariam seu consentimento.
Os "recalls" de aparelhos deficientes vêm prejudicando as vendas de ICDs e os lucros de seus fabricantes St. Jude Medical Inc., Boston Scientific Corp. e Medtronic Inc.
Em agosto, o analista Michael Weinstein, do banco JP Morgan, disse que o mercado de ICDs caiu 12% nos Estados Unidos e 6,5% em todo o mundo, devido à queda na demanda pelos aparelhos.
No mês passado a Sociedade de Falhas Cardíacas divulgou diretrizes pedindo que os aparelhos sejam devolvidos para análise. As três empresas disseram que vão obedecer às diretrizes.
Kirkpatrick propõe o uso de "testamentos de aparelhos feitos em vida", com os quais os pacientes poderiam indicar que destino seus aparelhos devem ter após sua morte, visando superar as barreiras para sua remoção e análise.
Ambientalistas argentinos fizeram um protesto no domingo contra uma fábrica de celulose que está sendo construída no Uruguai, buy information pills com uma carreata que dificultou o tráfego em uma rodovia binacional. As manifestações vêm mantendo tensas as relações entre os dois países.
Dezenas de automóveis circularam por uma rodovia argentina que desemboca numa ponte entre Argentina e Uruguai, site enquanto manifestantes e vizinhos da cidade de Gualeguaychú agitavam bandeiras argentinas.
O conflito, there que começou meses atrás, teve início devido à decisão do Uruguai de autorizar o início da construção da fábrica de celulose às margens de um rio que faz fronteira entre os dois países.
A Argentina afirma que a fábrica vai contaminar o rio e moveu uma ação contra o Uruguai na Corte Internacional de Haia por violar um tratado bilateral de proteção do rio, ao permitir que as obras comecem sem que tenham sido realizadas todas as consultas ambientais prévias.
Enquanto isso, o Uruguai afirma que a fábrica que está sendo construída pela empresa finlandesa Botnia terá um impacto mínimo sobre o local. O país também abriu uma ação contra a Argentina no tribunal do Mercosul, devido aos bloqueios da rodovia feitos por ambientalistas, que o governo argentino não apóia, mas tampouco impede.
A última iniciativa da Argentina no conflito foi tentar fazer com que o Banco Mundial, que pretende financiar a obra, adie a entrega dos recursos enquanto o conflito não for resolvido.
José Pouler, integrante de um grupo de ambientalistas, disse à imprensa local que o objetivo do protesto do domingo é "fazer com que seja adiada a decisão do Banco Mundial".
"A Botnia, a Finlândia e o Banco Mundial estão esperando que baixemos nossos braços, mas Gualeguaychú não vai fazê-lo", afirmou outro manifestante, Daniel Pérez Molemberg, segundo a agência local DYN.
As negociações entre os dois países estão paradas há meses. Mas na semana passada, durante a 6ª Cúpula Ibero-americana, em Montevidéu, surgiu a possibilidade de a Espanha mediar o conflito.
Durante a cúpula, o presidente argentino, Nestor Kirchner, pediu ao rei Juán Carlos da Espanha que facilite o diálogo com o governo de seu colega uruguaio, Tabaré Vásquez.
Tanto Juán Carlos quanto o presidente uruguaio aceitaram a proposta, e agora se espera o resultado da ajuda do monarca espanhol.
"Esta semana, se Deus quiser, chegará o embaixador que o rei da Espanha vai nos enviar para começar a ver como essa mediação pode ser articulada", disse ontem o chefe do gabinete argentino, Alberto Fernández, a uma rádio local.
Um general israelense que comandava tropas ao longo da fronteira libanesa renunciou a seu cargo hoje, page depois de ser acusado de não ter impedido a captura de dois soldados, buy o incidente que desencadeou a guerra de um mês contra a guerrilha do Hezbollah.
O general de brigada Gal Hirsch é o segundo a renunciar, em meio às amplas críticas públicas às falhas militares durante a guerra de 34 dias, que terminou em meados de agosto com um cessar-fogo mediado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
"Ele entregou sua renúncia", disse uma porta-voz militar, falando de Hirsch, que, segundo a mídia israelense, renunciou depois de uma investigação militar tê-lo acusado de "funcionamento impróprio" após o seqüestro dos dois soldados, em 12 de julho.
O Hezbollah os seqüestrou numa incursão em território israelense que deixou um saldo de oito outros militares israelenses mortos. Israel reagiu com pesados bombardeios aéreos no Líbano. A guerra matou mais de 1,2 mil libaneses, em sua maioria civis, e 157 israelenses, em sua maioria soldados.
Hirsch comandava as Brigadas da Galiléia, responsáveis pelo patrulhamento da fronteira norte de Israel.
O general israelense na reserva Doron Almog, que chefiou a primeira de uma série de investigações internas sobre os fatos que conduziram à guerra, disse a jornalistas no domingo, depois de apresentar suas conclusões: "A conclusão é que os sequestros de 12 de julho poderiam ter sido evitados."
A investigação constatou uma "brecha enorme" entre os regulamentos militares e a maneira como as ordens foram obedecidas em campo, segundo comunicado militar.
O chefe do Estado-Maior militar, o general de divisão Dan Halutz, disse no domingo que ouviu as conclusões da investigação e aceitou a renúncia de Hirsch.
O jornal israelense Maariv disse que Almog telefonou para Hirsch e recomendou que este apresentasse sua renúncia antes de ele divulgar suas conclusões sobre o sequestro. Hirsch, segundo o jornal, teria expressado indignação com as conclusões e dito a colegas que o relatório foi injusto.
"Dizer que não mereço ser comandante é absurdo. Não mereço isto", disse Hirsch.
A imprensa israelense tinha noticiado antes que a investigação o acusou de não seguir procedimentos de segurança que poderiam ter prevenido a captura dos soldados Ehud Goldwasser e Eldad Regev.
Hirsch teria deixado de informar às tropas sobre a possibilidade de serem capturadas, apesar dos avisos repetidos de que o Hezbollah planejava tentar capturar soldados, disse a rádio Israel.
Em meados de setembro o general mais sênior encarregado do front norte de Israel, Udi Adam, renunciou a seu comando depois de o Exército ter ficado constrangido diante dos quase 4 mil foguetes disparados pelo Hezbollah contra o Estado judaico durante a guerra.
O fato de Israel não ter obtido a soltura dos soldados vem impedindo a implementação plena da resolução do Conselho de Segurança da ONU que prevê sua libertação, embora não a tenha considerado condição prévia para o término da guerra.