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"Parece razoável atirar o corpo de Osama ao mar", diz OEA

Arquivo Geral

02/05/2011 18h50

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, afirmou nesta segunda-feira que o fato de terem lançado o corpo do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, ao mar “lhe parece razoável”.

“Me parece razoável atirar o corpo de Osama ao mar. O problema de manter o corpo complica porque se enterrá-lo, muita gente vai buscar o túmulo”, explicou Insulza em declarações ao jornal “La Segunda”.

“Mas eu não julgo, simplesmente faço uma conjetura que provavelmente seja essa a razão e me parece razoável”, esclareceu o secretário-geral da OEA, que se encontra em Santiago do Chile após participar da cúpula mundial de Davos, no Brasil.

Insulza argumentou que seguramente o comando capturou o corpo para verificar sua identidade, mas que uma vez feito isso, e provavelmente com documentos e com testemunhas, tomaram a decisão de atirá-lo ao mar.

O secretário-geral da OEA ressaltou que o que Osama bin Laden fez “não foi um homicídio comum, foi um massacre de milhares de pessoas, no coração de um país”, em alusão à destruição das Torres Gêmeas, em Nova York no dia 11 de setembro de 2001.

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    Arquivo Geral

    02/05/2011 18h47

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    “Me parece razoável atirar o corpo de Osama ao mar. O problema de manter o corpo complica porque se enterrá-lo, muita gente vai buscar o túmulo”, explicou Insulza em declarações ao jornal “La Segunda”.

    “Mas eu não julgo, simplesmente faço uma conjetura que provavelmente seja essa a razão e me parece razoável”, esclareceu o secretário-geral da OEA, que se encontra em Santiago do Chile após participar da cúpula mundial de Davos, no Brasil.

    Insulza argumentou que seguramente o comando capturou o corpo para verificar sua identidade, mas que uma vez feito isso, e provavelmente com documentos e com testemunhas, tomaram a decisão de atirá-lo ao mar.

    O secretário-geral da OEA ressaltou que o que Osama bin Laden fez “não foi um homicídio comum, foi um massacre de milhares de pessoas, no coração de um país”, em alusão à destruição das Torres Gêmeas, em Nova York no dia 11 de setembro de 2001.

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