O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, afirmou nesta quarta-feira que resistirá no poder, mesmo com a realização de manifestações diárias contra seu regime, e rejeitou o que chamou de “conspiração e tentativas golpistas”, em discurso transmitido por canais de televisão locais.
“Reiteramos que permaneceremos firmes como as montanhas de Abian, Dofar e Nogom e o vento não nos sacudirão de maneira alguma porque estamos aferrados à legalidade constitucional, e não aceitamos nem a conspiração nem as tentativas golpistas”, disse Saleh diante milhares de mulheres em frente ao Palácio Presidencial, em Sana.
O líder voltou a fazer críticas à oposição e disse que o país passará por reforma política apenas através de eleições.
“Quem deseja o poder ou chegar à cadeira presidencial deve se dirigir às urnas de votação, pois a mudança e no poder se produz mediante as urnas e no marco da legalidade constitucional”, declarou.
Além disso, o presidente do Iêmen destacou que “todos os setores conhecem o peso das pessoas na rua”, em referência a quem esteve presente eu seu discurso.
“Esta é a mulher iemenita, esta é a rua iemenita, que expressa seu apego à legalidade constitucional e que disse não ao caos, não às tentativas golpistas, não à traição, não ao complô, não ao ódio e não à mentira”, finalizou.
Desde o dia 27 de janeiro, o Iêmen foi palco de manifestações esporádicas contra o regime de Saleh, que ganharam intensidade a partir de meados de fevereiro e que agora são realizados diariamente.
No dia 22 de março, o presidente anunciou sua disposição a entregar o poder antes do fim do ano, mas a oposição pede sua saída imediata.
Há nove dias, os principais partidos opositores rejeitaram uma proposta de diálogo dos países do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico (CCG), que incluía a saída de Saleh do poder, mas não estabelecia datas.
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