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Mundo

Presidente da China confirma visita ao Brasil e diz que manterá apoio ao programa de desenvolvimento

Arquivo Geral

01/04/2010 15h46

Em meados deste mês, o presidente da China, Hu Jintao, desembarca em Brasília. O chinês participa, entre os dias 14 e 17, do encontro das nações Bric – Brasil, Rússia, Índia e China. A informação foi confirmada hoje (1º) pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Qin Gang, segundo a agência chinesa oficial de notícias Xinhuan.

Antes do Brasil, o chinês irá aos Estados Unidos para as discussões na Cúpula sobre Segurança Nuclear, em Washington. Na agência de notícias, o governo chinês indicou que manterá seu apoio ao programa de desenvolvimento de energia nuclear do Irã rechaçado pelos norte-americanos que afirmam que ele esconde a intenção de fabricação de armamentos.

Em Brasília, o encontro deve girar sobre temas econômicos. Os Bric defendem que por causa do crescimento de suas economias estão fortalecidos e em condições de participar de intervenções no cenário político e financeiro internacional. Em junho de 2009, foi realizada a primeira reunião do grupo, em Moscou, na Rússia.

Na agência oficial de notícias, o governo informa que questões que envolvem problemas globais, como a não proliferação nuclear e mudanças climáticas não têm soluções rápidas e simples. São temas complexos que devem ser tratados dentro de sua amplitude.

A China tem direito a voto no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O governo chinês é um dos cinco integrantes permanentes do conselho – ao lado da França, Rússia, Inglaterra e dos Estados Unidos.

Para os norte-americanos, o projeto de enriquecimento de urânio a 20%, anunciado por Ahmadinejad, é uma ameaça pois guardaria a intenção de fabricar armas atômicas.

O presidente iraniano nega as acusações e a intenção. Segundo a agência de notícias Xinhuan, o objetivo do governo da China é participar de esforços que contribuam para alcançar a paz e a estabilidade mundial. De acordo com a agência, a diplomacia da China vai atuar para defender e reforçar os interesses de outras nações em desenvolvimento.

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