“Esperamos que o gabinete reflita o que foi acordado durante as reuniões de Doha (…) e a coexistência entre os libaneses”, disse Siniora em uma entrevista coletiva após a última reunião.
Segundo o acordo de Doha, que no último dia 21 pôs a vários meses de crise política e institucional, o Executivo deverá ter 30 membros: 16 da maioria, 11 da oposição (que terá direito a veto) e três designados pelo presidente.
Agora, Siniora se reunirá com o presidente do país, o recém-eleito Michel Suleiman, para informá-lo dos nomes sugeridos pelos diferentes partidos para integrar o novo gabinete, que, segundo vários meios de comunicação, só deverá ser definido e anunciado na próxima semana.
No entanto, o primeiro-ministro não quis citar prováveis nomes nem se comprometer a estabelecer uma data para anunciá-los.