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Político italiano diz que adoção gay favorece tráfico de crianças

Arquivo Geral

20/09/2010 14h49

O Secretário de Estado para as Políticas para a Família da Itália, Carlo Giovanardi, acredita que nos países onde é permitida a adoção de crianças por casais gays – entre eles o Brasil – “explodiu a venda de meninos e meninas”.

Em entrevista publicada no site do jornalista Klaus David, conhecido na Itália por suas entrevistas a políticos do país, Giovanardi explicou que, segundo seus dados, em países como Estados Unidos e Brasil começou “a compra e venda de crianças”, já que trata-se de “um fenômeno que pode ser compreendido dentro do mecanismo do mercado”.

“É algo com o qual este Governo não consentirá nunca e que quero denunciar aqui”, acrescentou.

Para o secretario de Estado, “impor a uma criança adotada dois pais do mesmo sexo significa submetê-la à violência psicológica. O fato de que haja famílias heterossexuais nas quais existem episódios de violência ou de má educação não quer dizer que a família normal seja fonte de violência ou maus-tratos”.

“Uma criança tem o direito de crescer em um contexto onde as figuras paterna e materna são complementares entre elas e garantem à criança um crescimento equilibrado”, concluiu.

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    Arquivo Geral

    20/09/2010 10h16

    O Secretário de Estado para as Políticas para a Família da Itália, Carlo Giovanardi, acredita que nos países onde é permitida a adoção de crianças por casais gays – entre eles o Brasil – “explodiu a venda de meninos e meninas”.

    Em entrevista publicada no site do jornalista Klaus David, conhecido na Itália por suas entrevistas a políticos do país, Giovanardi explicou que, segundo seus dados, em países como Estados Unidos e Brasil começou “a compra e venda de crianças”, já que trata-se de “um fenômeno que pode ser compreendido dentro do mecanismo do mercado”.

    “É algo com o qual este Governo não consentirá nunca e que quero denunciar aqui”, acrescentou.

    Para o secretario de Estado, “impor a uma criança adotada dois pais do mesmo sexo significa submetê-la à violência psicológica. O fato de que haja famílias heterossexuais nas quais existem episódios de violência ou de má educação não quer dizer que a família normal seja fonte de violência ou maus-tratos”.

    “Uma criança tem o direito de crescer em um contexto onde as figuras paterna e materna são complementares entre elas e garantem à criança um crescimento equilibrado”, concluiu.

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