Os piratas somalis que seqüestraram o superpetroleiro saudita Sirius Star baixaram de US$ 25 milhões para US$ 15 milhões o pedido de resgate pela embarcação, pilule disse hoje à Agência Efe por telefone um porta-voz dos corsários.
Abdi Omar, information pills que afirmou falar em nome do grupo que seqüestrou o superpetroleiro, maior navio capturado pelos piratas somalis, acrescentou que eles mantêm negociações com a companhia proprietária e que estão esperando um novo acordo.
Segundo Omar, a redução do pedido de resgate se deveu às pressões de milícias fundamentalistas islâmicas, inclusive do grupo Al-Shabab, o mais poderoso da Somália e que os Estados Unidos vinculam à Al Qaeda.
As milícias islâmicas ameaçaram os piratas e exigiram a libertação do navio saudita por considerar que é “crime” seqüestrar um barco de uma nação muçulmana, embora não se oponham à captura de embarcações de outros países.
O seqüestro do Sirius Star aconteceu em 15 de novembro, perto da fronteira entre Quênia e Tanzânia, a 1.700 quilômetros ao sul do litoral da região de Puntlandia, no norte da Somália, onde está atualmente.
O navio está perto do porto de Haradhere, onde tanto os piratas quanto as milícias islâmicas têm grande influência.
O Sirius Star leva uma carga avaliada em US$ 116 milhões.