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Mundo

Pequim espera que vazamento de documentos não afete suas relações com os EUA

Arquivo Geral

07/12/2010 8h41

A China expressou nesta terça-feira seu desejo de que o vazamento de documentos diplomáticos do Departamento de Estado americano pelo site “WikiLeaks”, nos quais Pequim é acusado de orquestrar o ciberataque contra o Google, não afete seus laços bilaterais.

“O absurdo conteúdo (do ‘WikiLeaks’) não merece ser comentado”, assinalou em entrevista coletiva a porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Jiang Yu.

Os últimos vazamentos facilitados pelo “WikiLeaks” assinalam que foi a China, especificamente um dos nove membros do Comitê Permanente do Politburo do Partido Comunista da China (PCCh), Li Changchun, que ordenou o ciberataque contra o Google no final de 2009.

Li, que é o chefe de Propaganda do PCCh, tomou a decisão após encontrar nas buscas do Google detalhes nada lisonjeiros sobre sua biografia e as atividades de seus familiares.

O Google acusou a China no começo do ano de ter perpetrado um ataque contra os correios eletrônicos de dissidentes, empresários e jornalistas hospedados em sua conta.

Este foi um dos conflitos mais graves que China e EUA viveram no último ano, além de outros relacionados com o superávit comercial e o valor da moeda chinesa, o iuane.

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