Pequim, cost 23 nov (EFE).- O Governo chinês rejeitou as acusações sobre a existência de tortura em todo o país contidas em um relatório do Comitê contra a Tortura das Nações Unidas, “cujos membros infelizmente utilizaram informação fabricada”.
O porta-voz do Ministério chinês de Assuntos Exteriores, Qin Gang, destacou ontem à noite na portal de internet da instituição que se utilizou informação falsa para elaborar o relatório.
Segundo Qin, é “lamentável” que alguns responsáveis de reunir observações busquem prejudicar a China mediante o uso de “informação fabricada e falsa”.
O Comitê da ONU pediu à China que averiguasse os abusos cometidos durante o movimento de 1989 de Praça da Paz Celestial.
O Comitê disse se sentir “profundamente preocupado pelas denúncias, corroboradas por numerosas fontes chinesas legais, de estendida e rotineira prática de tortura aos suspeitos em custódia policial com objeto de obter confissões”.
A China se opõe à tortura e se esforça em proteger a vigência dos direitos humanos, segundo disse o porta-voz oficial chinês. EFE