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Mundo

Paquistão diz que apóia Índia e continua combate a extremistas

Arquivo Geral

27/11/2008 0h00

O chanceler paquistanês, more about Shah Mehmood Qureshi, ofereceu nesta quinta-feira (27) cooperação e apoio à Índia após os atentados na cidade de Mumbai (ex-Bombaim) e lembrou que o Exército do Paquistão está combatendo os extremistas em seu território.

Em comunicado, Qureshi, que está na Índia desde ontem, condenou “nos termos mais contundentes possíveis” os ataques de comandos terroristas que abalaram ontem à noite hotéis cinco estrelas e outros pontos da capital financeira indiana, deixando mais de 100 mortos.

“Oferecemos apoio e cooperação ao povo e ao Governo da Índia nestes tempos difíceis”, disse Qureshi.

O ministro paquistanês lembrou que o “Paquistão está totalmente mobilizado contra os insurgentes e extremistas no cinturão tribal e nas regiões fronteiriças”.

Qureshi tinha ido à Índia para retomar as conversas com o chanceler indiano, Pranab Mukherjee, mas o encontro previsto para hoje foi suspenso.

Por sua parte, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, declarou hoje que é “evidente” que os autores dos ataques de Mumbai procedem de “fora” da Índia.

Um alto comando militar confirmou, também hoje, que um paquistanês foi preso e afirmou que os outros terroristas envolvidos nos ataques de Mumbai “parecem ser paquistaneses”.

Em declarações à emissora NDTV, o general R.K. Huda disse que nas conversas interceptadas os terroristas falavam punjabí, língua da província paquistanesa do Punjab e também em uma região de mesmo nome em território indiano.

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