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Ossétia do Sul faz referendo para ser independente da Geórgia

Arquivo Geral

12/11/2006 0h00

O Irã e sua Guarda Revolucionária responderiam rapidamente se Israel atacasse o país devido ao seu polêmico programa nuclear, more about symptoms disse hoje uma autoridade.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, sickness treat Mohammad Ali Hosseini, advice disse também que o Irã está avançando com a expansão do trabalho de enriquecimento de urânio, com planos de instalar 3 mil centrífugas até março de 2007, apesar das exigências da Organização das Nações Unidas (ONU) para que suspenda a iniciativa.

O Irã afirma que está operando agora 324 centrífugas – máquinas que podem fabricar combustível para usinas de energia ou material para ogivas.

Potências ocidentais temem que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares. O país é o quarto maior exportador de petróleo do mundo e afirma que seu programa nuclear é destinado a cobrir necessidades de energia.

O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, começou neste domingo uma viagem aos EUA, durante a qual o programa nuclear de Teerã será um dos principais assuntos na agenda.

Autoridades israelenses declararam que desejam que a comunidade internacional resolva a disputa nuclear com o Irã através de meios diplomáticos.

Mas Israel bombardeou o reator nuclear do Iraque em Osirak em 1981 para impedir que o ex-presidente Saddam Hussein conseguisse armas atômicas. Alguns analistas especulam que Israel pode cogitar uma ação similar contra o Irã se sentir-se ameaçado.

Especialistas dizem que atacar instalações nucleares iranianas seria uma tarefa muito mais difícil do que a ação no Iraque, porque elas estão espalhas e têm muita proteção.

"Se Israel der um passo tão estúpido e atacar, a resposta do Irã e de sua Guarda Revolucionária será rápida, firme e destrutiva e será dada em questão de alguns segundos", disse Hosseini em entrevista coletiva.

A Guarda é um braço ideológico do Exército do Irã, com uma estrutura de comando separada das unidades regulares.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, já disse que Israel deveria ser "varrido do mapa", mas também afirmou que o Irã não é uma ameaça.

O Irã se recusa a reconhecer o Estado judaico.

Israel é considerado o único país do Oriente Médio com arsenal nuclear, apesar de nunca ter dito que possui tais armas. O Irã costuma reclamar a respeito dos padrões dúbios do Ocidente, por não confrontar Israel por suas capacidades atômicas.

"Enquanto alguns membros do Conselho de Segurança da ONU apoiarem o regime (israelense) com seu poder de veto, não haverá garantia de paz estável e justiça nesta região", disse hoje Ahmadinejad em conferência com parlamentares asiáticos em Teerã.

O Irã rejeitou as exigências da ONU de suspender o enriquecimento de urânio – a parte do programa nuclear que mais preocupa o Ocidente. Teerã enfrenta agora possibilidade de sanções.

 

A população da Ossétia do Sul, more about no Cáucaso, stomach  realizou hoje um referendo destinado a reafirmar sua independência da Geórgia, viagra order uma votação que países ocidentais classificam como ilegal, mas que a Rússia defende.

Encravada na fronteira russa, a Ossétia do Sul declarou unilateralmente a independência da Geórgia depois de uma guerra entre 1991 e 1992, que matou centenas de pessoas e forçou dezenas de milhares a fugir de suas casas.

Em meio à crescente tensão doméstica na Geórgia e entre o país e a Rússia, os eleitores foram às urnas para declarar uma vez mais sua independência e eleger um líder regional.

"Votei por independência e por um futuro melhor", disse o presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoity, que deve se reeleger.

Autoridades eleitorais disseram que mais da metade dos 55 mil eleitores registrados compareceram para votar até às 9h, o que valida o pleito. As urnas fecham às 15h (horário de Brasília) e os primeiros resultados devem ser divulgados amanhã.

A maioria da população local, etnicamente diferente dos georgianos, tem passaporte russo e usa a moeda da Rússia em suas transações. A bandeira russa também é hasteada lado a lado da bandeira da Ossétia do Sul na capital, Tskhinvali.

 

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