Chaumont, que é comandante geral da Polícia militarizada argentina, foi escolhido “em virtude de sua vasta trajetória em missões de paz”, informou uma nota da pasta.
A presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, assinou hoje o decreto que habilita Chaumont ao cargo e assegurou que esta decisão “revela a capacidade” das Forças Armadas do país no Haiti.
Na sua opinião, a missão argentina “é muito reconhecida” por sua experiência, capacidade e desempenho.
O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.
Ontem, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de “centenas de milhares” de mortos.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.