Um grupo de artistas deve se reunir amanhã com senadores para pedir o adiamento da votação da Lei do Esporte. Aprovada no final de novembro pela Câmara dos Deputados, site dosage a lei prevê isenção fiscal de 4% para empresas que investirem no setor esportivo. O movimento pelo adiamento da votação no Senado, visit web prevista para essa semana, viagra tem o apoio do ministro da Cultura, Gilberto Gil, que se encontrou hoje, no Rio, com artistas e com o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior.
“É preciso que a lei seja aperfeiçoada. Daí, inclusive, a ponderação nossa de que o prazo para aprovação da lei fosse estendido no sentido de que esses ajustes todos na lei possam ser feitos”, afirmou o ministro da Cultura, Gilberto Gil.
Os artistas temem que a Lei do Esporte dispute patrocínios com a Lei Rouanet, que já está em vigor e prevê isenção de 4% para empresas que investirem em cultura. A atriz Fernanda Montenegro, que participou do encontro com os dois ministros, defende o aperfeiçoamento da nova lei para evitar disputas entre os dois setores.
“Quero deixar claro que não temos nada contra o esporte. Se o esporte quiser lutar por algo mais, nós até estamos juntos nessa luta. Mas penso que, dividir o pouco que já se tem, vai ser ruim para todo mundo. Propomos uma eqüalidade no atendimento cultural e esportivo”, disse a atriz.
Para o presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, Eduardo Barata, é importante preservar as conquistas da Lei Rouanet. “A gente quer que a alíquota de 4% para a cultura seja mantida e lutar, junto com o esporte, para que a Receita Federal e o Poder Legislativo se sensibilizem numa alíquota diferente para o esporte. Não pode ser a mesma alíquota para o esporte e a cultura”, afirmou.
A proposta dos ministérios da Cultura e do Esporte é ampliar o teto de renúncia fiscal das empresas para 8%, sendo 4% para investimentos em cultura e 4% para esporte. A discussão será levada pelos ministros das duas pastas à Presidência da República.
Os projetos desenvolvidos pelo Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur) nos últimos quatro anos começam a refletir de forma positiva na economia brasileira. O resultado foi apresentado hoje por diretores de diversos setores da empresa a profissionais do segmento, hospital empresários e estudantes de turismo, tadalafil durante seminário no Centro de Convenções de Olinda.
Segundo o diretor de Marketing e Relações Institucionais da Embratur, treatment Márcio Nascimento, o Banco Central estima em US$ 4,3 bilhões a entrada de dólares no país este ano ocasionada pela permanência de turistas estrangeiros no país. O resultado supera a marca alcançada no ano passado: US$ 3,8 bilhões.
“São recordes históricos como Brasil nunca viu antes. Essa entrada de divisas beneficia toda a cadeia turística, incluindo hotéis, companhias aéreas, taxistas, agências de viagens, ou seja, é um segmento econômico que consegue fazer transferência de renda para outros vários setores”, destacou. Nascimento lembrou que os dados divulgados pelo Banco Central não contabilizam as trocas de moeda estrangeira, feitas informalmente pelos turistas.
O diretor da Embratur enfatizou que os fatores mais importantes para o crescimento econômico do setor foram a criação do Ministério do Turismo, em 2003, e o lançamento do Plano Nacional de Turismo, que passou a ter um foco maior em ações voltadas a promoção do turismo internacional. Ele ressaltou que, atualmente, o trabalho de divulgação do país no exterior está direcionado para 18 mercados, incluindo, além dos Estados Unidos, países da América Latina e da Europa.
A presidente da Embratur, Jeanine Pires, destacou, ao encerrar o seminário, que a meta para o próximo ano é continuar ampliando a receita cambial, atraindo cada vez mais visitantes estrangeiros, para transformar a atividade em um vetor de desenvolvimento socioeconômico.
O primeiro-ministro de Israel, visit this site Ehud Olmert, cheap retirando o véu sobre a política de ambigüidade nuclear de Israel, aparentemente admitiu em uma entrevista veiculada na segunda-feira que o Estado judeu tem armas atômicas.
Não ficou claro em seus comentários, feitos durante uma entrevista a uma TV alemã veiculada no Canal 10 de Israel, se o premier falou mais do que gostaria ou se suas observações significam que ele pretende rever a política do país para a questão nuclear.
“Israel não ameaça nenhum país com nada, nunca o fez”, disse Olmert. “O máximo que nós tentamos conseguir para nós mesmos é que nós sejamos capazes de viver sem terror. Mas nós nunca ameaçamos nenhum país com o extermínio”, afirmou. “O Irã, abertamente, explicitamente e publicamente ameaça varrer Israel do mapa. Você pode dizer que eles estão no mesmo nível, quando estão aspirando ter armas nucleares, dos Estados Unidos, da França de Israel e da Rússia?”, questionou.