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Obama pedirá que Senado aprove tratado contra tráfico de armas

Arquivo Geral

16/04/2009 0h00


México, diagnosis 16 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, medicine Barack Obama, about it anunciará hoje, no México, que pedirá ao Senado americano a aprovação de um tratado interamericano contra o tráfico de armas, com o objetivo de endurecer a luta contra os cartéis de drogas, disse um alto funcionário americano.

Segundo a fonte, o tratado, surgido na Organização dos Estados Americanos (OEA), foi assinado pelo então presidente Bill Clinton em 1997, mas o Senado nunca chegou a ratificá-lo.


 

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    Obama pedirá que Senado aprove tratado contra tráfico de armas

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    16/04/2009 0h00

    O presidente dos Estados Unidos, sildenafil Barack Obama, page anunciará hoje, sildenafil no México, que pedirá ao Senado americano a aprovação de um tratado interamericano contra o tráfico de armas, com o objetivo de endurecer a luta contra os cartéis de drogas, disse um alto funcionário americano.

    Segundo a fonte, o tratado, surgido na Organização dos Estados Americanos (OEA), foi assinado pelo então presidente Bill Clinton em 1997, mas o Senado nunca chegou a ratificá-lo.

    O mesmo funcionário disse que Obama pedirá ao Senado que ratifique o tratado ainda em 2009.

    Com esta medida, o presidente americano pretende ressaltar a importância de se enfrentar o problema das armas ilegais, segundo a fonte.

    “Obama quer deixar claro que é importante combater o problema das armas ilegais, uma grande preocupação para todo o continente e que os EUA também compartilham. As armas ilegais afetam a segurança pessoal de todos”, afirmou.

    “Esta decisão representa parte do compromisso do presidente Obama com os países do continente para enfrentar os problemas comuns e demonstrar que os EUA também aceitam seu papel para tentar superar este problema”, acrescentou.

    O anúncio do presidente americano será feito após os recentes pedidos do México para que o vizinho restabelecesse a proibição de armas em seu território.

    Além disso, nos últimos dias, o Governo dos EUA, vinha deixando clara sua preocupação com o assunto.


     

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