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Obama: formação de Governo no Iraque é momento importante da história

Arquivo Geral

21/12/2010 21h31

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, expressou nesta terça-feira sua satisfação pela formação de um Governo de união nacional no Iraque e afirmou que se trata de “um momento importante na história” do país.

 

“Cumprimento os dirigentes políticos iraquianos, os membros do Parlamento e a população iraquiana pela formação de um novo Governo de união nacional”, declarou Obama em comunicado divulgado pela Casa Branca.

 

O presidente americano avaliou que o voto de confiança do Parlamento ao Governo que será liderado pelo primeiro-ministro Nouri al-Maliki representa “um momento importante da história do Iraque e um grande passo para consolidar a união nacional”.

 

A formação do Executivo significa que “mais uma vez, os iraquianos e seus representantes demonstraram seu compromisso para agir dentro de um processo democrático e superar suas desavenças para definir o futuro do Iraque”, disse o presidente dos EUA.

 

Em comunicado paralelo, o vice-presidente do país, Joe Biden, que serviu de elo na Casa Branca entre Obama e as autoridades iraquianas, opinou que o resultado obtido nesta terça-feira representa “o que os iraquianos mereciam e esperavam, um Governo de união nacional que reflita os resultados eleitorais”.

 

O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira os 34 candidatos propostos pelo primeiro-ministro Nouri al-Maliki para formar um novo Governo e encerrou o vazio governamental que o Iraque viveu durante mais de nove meses após as eleições.

 

Onze pastas ficaram com a Aliança Nacional, com predomínio xiita, que reúne o Estado Direito, de al-Maliki; a Aliança Nacional Iraquiana, de Ammar al-Hakim, e o bloco Sadr, leal ao clérigo radical Moqtada al-Sadr.

 

Já a coalizão opositora Al Iraqiya, do ex-primeiro-ministro Ayad Allawi e que conta com dirigentes sunitas e xiitas, conseguiu sete ministérios.

 

A formação do novo Governo estava pendente desde as eleições de 7 de março devido aos resultados apertados de uma votação na qual nenhuma das coalizões obteve as cadeiras suficientes para governar sozinha.

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