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Obama diz que cortes fiscais são "mais progressistas da história"

Arquivo Geral

15/04/2009 0h00


O presidente dos Estados Unidos, medical Barack Obama, help afirmou hoje que os cortes tributários aprovados por sua administração são “os mais progressistas da história do país, help porque beneficiam mais de nove entre cada dez trabalhadores”.

“Aprovamos um amplo corte fiscal para 95% dos trabalhadores”, afirmou ele no último dia para entregar a declaração de impostos no país.

Obama apontou que os cortes manterão US$ 120 bilhões nos bolsos de 120 milhões de famílias americanas e destacou que nunca houve uma redução tributária que incluísse tantos trabalhadores americanos.

Ele disse ainda que o Escritório Orçamentário do Congresso concluiu que os cortes fiscais deste tipo são “três vezes mais efetivos” para estimular a economia que os cortes para os segmentos mais ricos da população.

“Esta redução também mantém uma promessa fundamental: que os americanos que trabalharem duro serão capazes de viver como pessoas”, afirmou Obama, acrescentando que seu plano permitirá que mais de 2 milhões de americanos saiam da pobreza.

O presidente afirmou que seu programa ajuda também os pequenos empresários e insistiu em que seu Governo contribuirá para melhorar a situação educacional do país ao simplificar o processo para a concessão de empréstimos estudantis.

Ele também ressaltou uma dedução de US$ 8 mil para aqueles que comprarem casas pela primeira vez.

Insistiu, ainda, na necessidade de acabar com os benefícios fiscais para as empresas que transfiram postos de trabalho para fora dos Estados Unidos e reiterou sua posição de que “não se pode recortar os encargos dos 2% mais ricos da população”.

Obama concluiu dizendo que a política de cortes tributários deve ser acompanhada por disciplina fiscal.

“Os americanos estão tomando decisões difíceis em seus orçamentos e nós também temos que apertar o cinto em Washington”, afirmou.

“Por isso, estamos cortando programas que não funcionam, contratos que não são justos e despesas de que não necessitamos”, afirmou Obama, lembrando que sua administração identificou US$ 2 trilhões em cortes para reduzir o déficit na próxima década.


 

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