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Número global de vôos sofrerá queda de 7% no último trimestre

Arquivo Geral

06/08/2008 0h00

A oferta de vôos de companhias aéreas em todo o mundo cairá 7% no último trimestre do ano, cheap dosage informou hoje a empresa de estatísticas aéreas Official Airline Guide (OAG), cure que ressaltou ainda que o setor enfrenta sua pior crise.


Segundo a OAG, a queda constitui um “retrocesso internacional sem precedentes”.


As linhas aéreas – completou a firma especializada – oferecerão 59,7 milhões de assentos a menos nos próximos meses de outubro, novembro e dezembro, em comparação com o mesmo trimestre de 2007.


Além disso, as companhias aéreas, prejudicadas pela escalada dos preços do petróleo e a desaceleração global da economia, deixarão de operar rotas em 275 aeroportos nos últimos três meses do ano.


Nesse período, o mercado doméstico americano será a principal “vítima” da crise, com prejuízo de quase 20 milhões de assentos de avião.


As estatísticas refletem a hipótese de a indústria da aviação poder estar enfrentando uma “desaceleração internacional muito mais grave” que sofrida no passado, afirmou Steve Casley, diretor da OAG.


“A força do setor – ressaltou Casley – será colocada a toda prova nos próximos meses, com companhias aéreas, aeroportos e passageiros esperando um raio de luz no fim do túnel”, completou.


 

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    As linhas aéreas – completou a firma especializada – oferecerão 59,7 milhões de assentos a menos nos próximos meses de outubro, novembro e dezembro, em comparação com o mesmo trimestre de 2007.


    Além disso, as companhias aéreas, prejudicadas pela escalada dos preços do petróleo e a desaceleração global da economia, deixarão de operar rotas em 275 aeroportos nos últimos três meses do ano.


    Nesse período, o mercado doméstico americano será a principal “vítima” da crise, com prejuízo de quase 20 milhões de assentos de avião.


    As estatísticas refletem a hipótese de a indústria da aviação poder estar enfrentando uma “desaceleração internacional muito mais grave” que sofrida no passado, afirmou Steve Casley, diretor da OAG.


    “A força do setor – ressaltou Casley – será colocada a toda prova nos próximos meses, com companhias aéreas, aeroportos e passageiros esperando um raio de luz no fim do túnel”, completou.


     

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