O Irã e sua Guarda Revolucionária responderiam rapidamente se Israel atacasse o país devido ao seu polêmico programa nuclear, more about symptoms disse hoje uma autoridade.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, sickness treat Mohammad Ali Hosseini, advice disse também que o Irã está avançando com a expansão do trabalho de enriquecimento de urânio, com planos de instalar 3 mil centrífugas até março de 2007, apesar das exigências da Organização das Nações Unidas (ONU) para que suspenda a iniciativa.
O Irã afirma que está operando agora 324 centrífugas – máquinas que podem fabricar combustível para usinas de energia ou material para ogivas.
Potências ocidentais temem que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares. O país é o quarto maior exportador de petróleo do mundo e afirma que seu programa nuclear é destinado a cobrir necessidades de energia.
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, começou neste domingo uma viagem aos EUA, durante a qual o programa nuclear de Teerã será um dos principais assuntos na agenda.
Autoridades israelenses declararam que desejam que a comunidade internacional resolva a disputa nuclear com o Irã através de meios diplomáticos.
Mas Israel bombardeou o reator nuclear do Iraque em Osirak em 1981 para impedir que o ex-presidente Saddam Hussein conseguisse armas atômicas. Alguns analistas especulam que Israel pode cogitar uma ação similar contra o Irã se sentir-se ameaçado.
Especialistas dizem que atacar instalações nucleares iranianas seria uma tarefa muito mais difícil do que a ação no Iraque, porque elas estão espalhas e têm muita proteção.
"Se Israel der um passo tão estúpido e atacar, a resposta do Irã e de sua Guarda Revolucionária será rápida, firme e destrutiva e será dada em questão de alguns segundos", disse Hosseini em entrevista coletiva.
A Guarda é um braço ideológico do Exército do Irã, com uma estrutura de comando separada das unidades regulares.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, já disse que Israel deveria ser "varrido do mapa", mas também afirmou que o Irã não é uma ameaça.
O Irã se recusa a reconhecer o Estado judaico.
Israel é considerado o único país do Oriente Médio com arsenal nuclear, apesar de nunca ter dito que possui tais armas. O Irã costuma reclamar a respeito dos padrões dúbios do Ocidente, por não confrontar Israel por suas capacidades atômicas.
"Enquanto alguns membros do Conselho de Segurança da ONU apoiarem o regime (israelense) com seu poder de veto, não haverá garantia de paz estável e justiça nesta região", disse hoje Ahmadinejad em conferência com parlamentares asiáticos em Teerã.
O Irã rejeitou as exigências da ONU de suspender o enriquecimento de urânio – a parte do programa nuclear que mais preocupa o Ocidente. Teerã enfrenta agora possibilidade de sanções.
A população da Ossétia do Sul, more about no Cáucaso, stomach realizou hoje um referendo destinado a reafirmar sua independência da Geórgia, viagra order uma votação que países ocidentais classificam como ilegal, mas que a Rússia defende.
Encravada na fronteira russa, a Ossétia do Sul declarou unilateralmente a independência da Geórgia depois de uma guerra entre 1991 e 1992, que matou centenas de pessoas e forçou dezenas de milhares a fugir de suas casas.
Em meio à crescente tensão doméstica na Geórgia e entre o país e a Rússia, os eleitores foram às urnas para declarar uma vez mais sua independência e eleger um líder regional.
"Votei por independência e por um futuro melhor", disse o presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoity, que deve se reeleger.
Autoridades eleitorais disseram que mais da metade dos 55 mil eleitores registrados compareceram para votar até às 9h, o que valida o pleito. As urnas fecham às 15h (horário de Brasília) e os primeiros resultados devem ser divulgados amanhã.
A maioria da população local, etnicamente diferente dos georgianos, tem passaporte russo e usa a moeda da Rússia em suas transações. A bandeira russa também é hasteada lado a lado da bandeira da Ossétia do Sul na capital, Tskhinvali.
O sistema econômico global precisa ser radicalmente transformado se o mundo quiser começar a reduzir o número de pessoas que vivem com fome, thumb disse hoje o papa Bento XVI.
O papa citou um recente relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) segundo o qual não houve redução no número de pessoas famintas desde 1990.
"Há certamente uma necessidade de eliminar as causas estruturais ligadas ao sistema de governança do modelo econômico que destina a maioria dos recursos para uma minoria da população", patient disse Bento XVI em seu discurso semanal de domingo.
O papa repetiu opiniões de seu antecessor, medications João Paulo II, que costumava falar contra os lados negativos da globalização e pediu diversas vezes uma "nova ordem mundial", que daria prioridade às necessidades dos pobres e famintos.
"Para ter um grande impacto, é necessário converter o modelo de desenvolvimento global – algo que não é necessário somente pelo escândalo da fome, mas também por emergências ambientais e de energia", disse ele a peregrinos na Praça de São Pedro.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU para 2006, divulgado na semana passada, mostrou que a arrecadação combinada das 500 pessoas mais ricas do mundo já é maior do que a das 416 milhões de pessoas mais pobres.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) disse em relatório no mês passado que há 854 milhões de pessoas desnutridas no mundo e que o número está crescendo em quatro milhões por ano.
Além de pedir por mudanças no nível global, Bento XVI afirmou que os indivíduos também precisam garantir que seus estilos de vida não causem mais fome e danos ambientais.
"Cada pessoa e cada família precisa fazer algo para aliviar a fome no mundo."
Cerca de 2 mil pessoas protestaram do lado de fora de um hospital chinês devido a altos custos médicos, viagra 60mg levando a polícia a entrar em ação e romper a manifestação, disse um grupo de defesa dos direitos humanos.
O protesto ocorreu após a morte de um menino de três anos no dia 7 de novembro por consumo de pesticida. A morte provocou suspeitas sobre a maneira como ele foi tratado pelo hospital.
Ele morreu pouco depois de dar entrada no Segundo Hospital de Guangan, na Província de Sichuan, informou o Centro de Informações para Direitos Humanos e Democracia, com sede em Hong Kong. As informações do centro foram divulgadas no sábado e não há outros detalhes.
O hospital não quis comentar.
Os altos custos médicos e incidentes de cobranças indevidas em hospitais chineses provocaram debates nacionais. A imprensa estatal tem dado cobertura às disputas.